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A morte do mp3 – O vinil e o consumo de música

by Pedro Bertoletti

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O encerramento do programa de licenciamento de patentes de mp3 foi anunciado pelo instituto alemão recentemente.

No final dos anos 80, Fraunhofer Circuitos Integrados, instituição de pesquisa alemã, desenvolveu o formato que viríamos a carregar dentro de nossos, desculpa a redundância, mp3 players por muitos anos. Abandonamos Walkmans e Discmans, volumosos, e entramos em um universo prático de pequenos dispositivos que possuíam e, ainda estão por aí, possuem a capacidade de armazenar centenas de milhares de faixas dos seus artistas favoritos.

Mp3 Player

O fim da linha para o mp3 se dá, devido ao surgimento de outros formatos que desempenham uma melhor compactação de arquivo, como o ACC (Advanced Audio Coding), mais eficiente e com maiores funcionalidades, criado, também, com o auxílio da mesma organização.

Deixando a deriva cds, vinis, cassetes, o mp3 surgiu e tornou fácil o compartilhamento e armazenamento de arquivos, mudando o mercado da música, porém, nos últimos anos, com o crescimento do streaming e a busca por uma melhor qualidade da compactação de áudio, além das constantes mudanças de comportamento na maneira como se consome música e o olhar atento nos movimentos dos parceiros de mercado, foi decidido encerrar um ciclo. Movimento benéfico que ajuda no desenvolvimento de novos padrões ampliando a qualidade de como ouvimos música.

Em outra instância, sobe cada vez mais o consumo nostálgico de vinil e, mais recentemente, de fitas cassetes. No final do ano passado, pela primeira vez, no Reino Unido, a venda de álbuns em vinil superou os downloads digitais. Além disso, as receitas de vinil renderam mais lucro para artistas do Reino Unido do que o arrecadado com o YouTube.

Incentivados por datas que impulsionam o mercado fonográfico como o Record Store Day, no mês passado, segundo a Nielsen Music, foram comercializados 574.000 vinis em uma semana.

Loja Rough Trade no Brick Lane em Londres
Rough Trade (Brick Lane – Londres)

Nos últimos meses e semanas, discos de artistas como Rag’n’Bone Man, Kasabian, Harry Styles estão em ascensão, além de clássicos em venda como os londrinos David Bowie e Amy Winehouse que vêm sempre figurando no topo.

Embora ainda exista a busca pelo produto físico, praticamente todo disco adquirido, na terra da rainha, está sendo feito via internet, ou seja, mesmo que se tenha certa relação afetiva com o conteúdo material, os consumidores deixam as lojas de rua com míseros 7% do faturamento.

Capa do álbum Human do artista Rag'n'Bone Man
Rag’n’Bone Man – Human (fenômeno de vendas em vinil no Reino Unido)

Enquanto no Brasil, os altos valores cobrados pelos vinis parecem ainda segurar essa fatia do mercado e desencorajar o consumidor, reduzindo a poucos a possibilidade de adquirir aquele álbum do momento, ou, reedições fantásticas de artistas brasileiros, caso de Clube da Esquina 1 e 2. Ainda assim muito tem se investido, além da Polysom, nosso país conta com a Vinil Brasil, que tem uma história muito bacana, trazendo de volta a vida, de um ferro velho, prensas que pertenciam a antiga Continental.

Famosa capa do vinil Clube da Esquina
Vinil Clube da Esquina (1972)

Serviços de streaming estão numa crescente em escala global e parecem servir, em partes, como um campo de experimentações. No que diz respeito a Europa, muitos entendem como um movimento compartilhado, onde o streaming serve como um incentivo para o consumo dos formatos físicos.

Usamos nossos celulares para ouvir música, ambientar nossos momentos com trilhas sonoras ou mesmo descobrir novos artistas através de aplicativos. Em casos como o Superplayer, você pode ter acesso ao conteúdo online e offline, confira aqui para saber mais, e sair por aí com nossas playlists e seus artistas favoritos.

Seja qual for a forma, o importante é que a gente siga apoiando artistas e fazendo da nossa vida mais musical.

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O Rock morreu? Não para os nerds

by Karla Wunsch

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“Se eu disser o gênero musical que eu mais gosto você não conta pra ninguém? É sertanejo“. Esse foi a frase que ouvi no bate perna que fiz nos pavilhões da Campus Party Brasil 2017, um dos maiores eventos de tecnologia e cultura geek. O jovem anônimo (viu, mantive minha promessa Augusto?)* me disse ser a única pessoa do seu grupo de amigos que curte ouvir esse tipo de música.

Durante o evento que acontece em São Paulo entre os dias 31 de janeiro e 05 de fevereiro, comprovei que sertanejo universitário é mesmo minoria. Ao perguntar “qual o gênero de música que você mais ouve?” ouvi de tudo. Teve alguns Jazz, outros Pop Rock, Eletrônica. Mas, como já adiantei no título, quem ganhou disparado foi o Rock.
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O Guilherme Guimarães, com sua camiseta do AC/DC não me deixa mentir. Os pavilhões do Anhembi estavam cheios de roqueiros.

E o espaço do Superplayer na feira acabou atraindo também muuitos fãs do gênero. Principalmente porque rolou várias batalhas de Rock Band.

Aliás, no momento que termino esse texto está passando por mim um cara com a camiseta do Batman ao lado de um amigo com a camiseta do Motorhead. Parece que tecnologia e música tem tudo a vê, né? Como o próprio Superplayer propõem.

Sábado, dia 04, a Campus Party Brasil termina nos pavilhões do Anhembi. Se você está por São Paulo, vale conferir.

E pra não ficar só na palavra, aproveita pra curtir uma boa playlist de Rock.

*E mentira, o nome dele não é Augusto. Jura que eu ia revelar o nome do Pedro Luis. Ok, mentira de novo, agora parei.

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Conheça o 1º robô de música do Facebook

by Superplayer

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Sabe aqueles filmes que mostram um mundo cheio de robôs? Esse futuro já chegou. Não com criaturas prateadas que andam por aí, mas como “seres” invisíveis, como é o caso de um bot do Facebook, que vêm para facilitar o seu dia a dia.

Agora, por exemplo, você não precisa sair do Facebook para ouvir música. Graças aos nosso bot do Facebook, Zak, você pode receber sugestões de playlists. Tudo pelo chat da rede social, sem precisar baixar nenhum aplicativo novo. Quer experimentar a novidade? Fale com o nosso robô na nossa página no Facebook.

É só pedir o que quer ouvir que nossa inteligência artificial vai responder para você automaticamente.

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O Zak existe desde 2015, quando foi lançado em nosso app para Android e em seguida para o Slack, a maior plataforma de messaging corporativo do mundo. E com o a nova possibilidade de Bots para o Facebook Messenger, essa onda de chatbots tende a vir com tudo.

 

Por enquanto, o Zak entende atividade, gênero e artista, em português e inglês. E também é possível habilitar a opção de receber sugestões de playlist toda semanaExperimente essa novidade!

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Bem-vindos ao futuro!

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O Superplayer chega no seu carro com o Android Auto

by Superplayer

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Estamos chegando no seu carro. Se você acompanha as notícias de tecnologia deve ter visto o recente lançamento do Android Auto no Brasil. Com essa plataforma multimídia você terá acesso ao seu smartphone direto da tela que fica no painel do seu carro. E o Superplayer está junto nessa.

Agora, ao invés de ouvir a rádio convencional, você vai poder curtir Pé na estrada, Good vibes e todas as nossas playlists de um jeito bem fácil:

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Para aproveitar a novidade, além do carro com o sistema do Android Auto é preciso o aplicativo do Superplayer (o mesmo que você já usa normalmente) em seu smartphone. Depois, é só conectar o aparelho e aproveitar uma nova interface, como a que aparece na imagem abaixo.

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Outros recursos como de mapas também já estão disponíveis. Os veículos compatíveis com o sistema são os modelos mais recentes e completos do Accord, da Honda, Cobalt, da Chevrolet, e Saveiro, Novo Gol, Golf, Voyage, Jetta, Tiguan, Passat, Cross Fox, Space Fox e Fusca, da Volkswagen. E em breve novas montadoras também irão lançar a novidade.

Partiu testar? Baixe o aplicativo do Superplayer na Google Play.

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Crédito imagem: Giacomo Carena via Visual hunt / CC BY-SA