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Tudo o que você precisa saber sobre o clipe da nova música de Taylor Swift “Look What You Made Me Do”.

by Sarah Kasper

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Taylor Swift está de volta fazendo o que sabe fazer de melhor: arte a partir de experiência. Quase três anos após o lançamento de “1989”, Taylor anunciou o seu primeiro single “Look What You Made Me Do” do seu novo álbum “Reputation”, que será lançado dia 10 de Novembro deste ano. A música, lançada quinta-feira, está em primeiro lugar nas paradas de diversos países, e o vídeo já possui mais de 50 milhões de visualizações no Youtube, batendo record da Vevo e do Youtube de vídeo mais visto nas primeiras 24 horas.

Taylor Swift Reputation
A música foi produzida por Jack Antonoff e composta por Taylor, Jack e Fred Fairbass, Richard Fairbrass e Rob Manzoli (do grupo Right Said Fred), que foram considerados como compositores já que a música intercala com “I’m Too Sexy” (1991) do grupo. Há quem diga que a batida da música foi inspirada na música “Operate” da cantora Peaches, conhecida por tocar no filme Mean Girls, porém isso ainda não foi confirmado oficialmente. A letra possui diversas referências para situações que envolveram a artista no passado, mas a principal ideia do single é mostrar que Taylor é uma nova pessoa e que a antiga Taylor está morta.

O vídeo, lançado neste domingo durante o Video Music Awards, foi dirigido por Joseph Kahn (que já dirigiu Blank Space, Out of The Woods, Bad Blood e Wildest Dreams) e explica melhor tudo o que Taylor quis dizer na música. Para entender melhor a letra e as referências, cada cena foi analisada:

O Cemitério

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A primeira referência da cena é a cantora como zumbi usando um vestido parecido com o que usou no clipe “Out Of The Woods” (último clipe da Era 1989). O segundo é o túmulo que está escrito o nome “Nils Sjoberg”, pseudônimo que Taylor usou na música “This Is What You Came For” que co-escreveu com Calvin Harris. E, ao final da cena, a Taylor Zumbi enterra a Taylor com o vestido que usou no MET Gala de 2014, no início da Era 1989. Isso só prova quanto Taylor quer mostrar que essa fase passou.

A Banheira

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A principal referência da cena é o único dólar na banheira, representando a vitória de Taylor no caso de assédio contra o DJ David Mueller, que a abusou sexualmente durante um Meet and Greet. Taylor pediu uma indenização de apenas 1 dólar, enquanto Mueller entrou com uma ação exigindo $3 milhões da cantora.

A Sala de Cobras

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Taylor anunciou seu novo single com um vídeo de uma cobra dividido em três partes, fazendo referência à época que Kim Kardashian vazou uma ligação de Kanye com Taylor. No vídeo eles mostram que a cantora não teria problemas com Kanye e sua música “Famous”, porém Taylor disse que nunca esteve ciente da frase completa que Kanye cantaria (“I feel like me and Taylor might still have sex, why? I made that bitch famous”) e que Kanye iria mostrar a música para ela, porém nunca mostrou. As pessoas começaram a comentar emojis de cobras em seu Instagram, então Taylor fez disso uma referência em seu vídeo e letra (“I don’t like your perfect crime”).
Na sala, Taylor está como a “rainha das cobras”, sentada em um trono que está escrito “Et Tu Brute” (Até Tu, Brutus?) da peça de Shakespeare “Júlio César” (que é morto por seu suposto amigo com facadas nas costas). Aqui, pode-se interpretar como uma traição que Taylor sofreu das pessoas que deveriam estar ao seu lado (a mesma já disse que realmente esperava ter uma boa relação com Kanye pois eles já teriam se entendido desde sua “briga” no VMA de 2008) e que a mesma foi servida com chá quente por cobras.

O Carro

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Nesta cena é impossível não pensar na briga entre Taylor e Katy Perry, até mesmo porque Taylor usa uma peruca parecida com o cabelo da cantora e se veste com estampa de animal (possível referência à “Roar”). Ela também está em um carro parecido com o que aparece no clipe de “Waking Up in Vegas” (Taylor já disse amar essa música antes de brigarem e Joseph Kahn foi quem dirigiu este clipe). Após bater o carro contra um poste, vários Paparazzis a fotografam, porém nenhum a ajuda (podendo ser uma referência ao fato de que todos eles só querem fazer dinheiro com sua fama, e nenhum pensa em ajudá-la). Ao final da cena, Taylor mostra um de seus 10 Grammys, enquanto Katy Perry é conhecida por não ter nenhum.
A cena aparece novamente ao fim do vídeo, porém mostra Taylor saindo do carro com seu leopardo e o carro explodindo perto dos paparazzis, podendo ser uma referência ao fato de ela não ter comentado nada sobre as entrevistas de Katy Perry falando sobre ela na música “Swish Swish”.

A Gaiola

Taylor Swift Reputation

Com uma cobra tatuada nas pernas e um macacão laranja (referência aos presídios americanos), Taylor se balança dentro de uma gaiola enquanto é rodeada por seguranças. Aqui, podemos imaginar como ela se sentiu nesses últimos anos: saindo escondida, sempre com seguranças, presa, porém tentando se divertir.

Roubando uma Empresa de Streaming

Taylor Swift Reputation

Taylor Swift Reputation

É difícil esquecer que Taylor mandou uma carta aberta à Apple pedindo por pagamento justo aos artistas ou quando ela tirou suas músicas do Spotify. As pessoas à chamaram de “sedenta por dinheiro” e “cobradora de boletos”. Taylor, então, criou aqui uma personagem que assalta um banco e queima dinheiro enquanto usa uma blusa escrita “Blind For Love” (Cega Por Amor), como sempre foi chamada pela mídia.

“The Squad”

Taylor Swift Reputation Taylor Swift Reputation

As famosas amizades de Taylor sempre chamaram a atenção das pessoas e ficaram conhecidas por “Taylor’s Squad”. Porém, diversas vezes a mídia criou notícias chamando Taylor de manipuladora e que suas amigas eram “sem personalidade”. Então, nesta cena a cantora mostra ironicamente diversas barbies sendo governadas por ela e no final todas estão “quebradas”. Seria essa a chance de Taylor dizer que sua squad não existe mais?

A Sala e seus “Servos”

Taylor Swift Reputation Taylor Swift Reputation

Desde o início de sua carreira Taylor sempre foi muito dominante: ela é quem escreve suas músicas, clipes, ajuda a dirigir e sempre teve as rédeas. Antes de Taylor entrar na sala, seus dançarinos estão tranquilos, porém quando ela entra todos eles se botam no lugar e a seguem. A crítica vai novamente para a mídia, que muitas vezes retratou Taylor como manipuladora e maldosa por querer controlar sua própria carreira.
Seus dançarinos estão todos usando uma blusa escrita “I Love T.S” (Eu amo T.S), fazendo referência à vez que Tom Hiddleston (ex de Taylor) usou uma blusa com a mesma frase em 2016 e alguns jornais falaram que Taylor o obrigou a usar.

Reputation

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Cada vez que você olhar esta cena você vai encontrar uma nova Taylor: VMA Taylor, You Belong With Me Taylor, Red Tour Taylor, Speak Now Tour Taylor… Aqui, todas as Taylors estão tentando alcançar a Taylor de agora, na Era Reputation. Porém, Taylor derruba todas elas, dando a entender que elas realmente estão no passado.

Todas as Taylors

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Se você não entendeu o que Taylor quis dizer durante o clipe, ela explica pra você nos últimos 35 segundos: não importa o que ela fez ou irá fazer, ela será criticada. Enquanto você pode escutar gritos e aplausos ao fundo, cada Taylor fala algo que a mídia já falou ou a acusou: sobre Taylor sempre parecer surpresa nas premiações e as pessoas chamarem ela de falsa, às vezes que chamaram ela de vítima, faz referência à música de Kanye West a chamando de vadia e à Kim por ter supostamente editado provas. Você pode conferir às falas traduzidas abaixo:

You Belong With Me (surpresa): “Gente!”

Out Of The Woods/zumbi: “Pare de fazer essa cara de surpresa. É tão irritante.”

Shake It Off: “É, você não pode estar tão surpresa o tempo todo.”

Taylor vestida de Preto: “Qual é a dessa vadia?”

Out Of The Woods/zumbi: “Não me chame disso!”

Fearless (sotaque caipira): “Gente…”

We Are Never Ever Getting Back Together: “Pare de fingir que você é boazinha, você é tão falsa.”

Taylor de Motoqueira: “Lá vai ela, se fazendo de vítima. De novo.”

Taylor usando o vestido do MET Gala: “O que você tá fazendo?”

Taylor do acidente de carro: “Pegando provas (“receipts”). Vou editar tudo isso depois.”

VMA Taylor: “Eu queria muito ser excluída dessa narrativa.”

Gostando ou não de Taylor, não podemos negar que a produção é grandiosa e a música veio para ficar. Agora, basta esperar os próximos singles e seu novo álbum, já que todos sabemos que com Taylor o melhor fica sempre para o final.

Clique aqui para escutar a música no Superplayer!

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Five Directions

by Sarah Kasper

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O ano é 2010, o lugar é Londres e são 5 garotos: Harry Styles, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik e Liam Payne. Parece que foi ontem que o quinteto acabou em terceiro lugar na sétima edição britânica do The X Factor e se tornou uma das boybands mais famosas da história, assinando com a gravadora de Simon Cowell, Syco Records. Após 5 discos, 4 turnês, diversos prêmios e a saída de Malik em 2015, a banda decidiu dar uma pausa para cada um dos seus membros restantes trilharem novos caminhos sozinhos. Mas, para onde cada um deles foi?

Harry Styles

Harry Styles

Após fechar contrato com a Columbia Records, mesma gravadora do One Direction, Styles lançou seu primeiro disco solo, levando seu próprio nome como título. O CD conta com 10 músicas co-escritas pelo cantor e criadas por um grupo de talentosos produtores e escritores, como o vencedor de múltiplos Grammys Jeff Bhasker (que já trabalhou com Kanye West, Bruno Mars, Lana Del Rey e Pink), Tyler Johnson (Ed Sheeran e Taylor Swift) e Alex Saliban (Elle King, Mikki Ekko, Young The Giant e The Band Perry).

Depois de gravar na Califórnia, Inglaterra e Jamaica, o álbum foi lançado dia 12 de maio deste ano e veio como uma total surpresa até mesmo para os já fãs do cantor. Harry desliga-se da música que costumava fazer com a banda e mostra uma pegada mais rock e folk. Em matéria da Rolling Stone sobre o álbum, a revista aponta a influência de artistas como Queen, Prince e The Beatles em suas músicas, que também são artistas que Harry admira. Você pode conferir seu trabalho abaixo:

Zayn Malik

Zayn Malik

Sim: nós precisamos falar sobre Zayn Malik. Mesmo que o integrante tenha deixado o grupo antes do hiatus, não podemos ignorar que a maior parte de seus fãs vieram por conta da banda. Também não podemos ignorar o fato de que ele foi o primeiro a lançar um álbum solo, Mind Of Mine, em Março de 2016, alcançando o primeiro lugar nas paradas de diversos países. O maior colaborador do seu álbum foi o premiado produtor Malay (Frank Ocean, John Legend) e Malik descreveu seu álbum como R&B alternativo, mesmo afirmando não gostar de rotular sua música. Desde o lançamento de seu primeiro disco, Zayn colaborou com Taylor Swift na música “I Don’t Wanna Live Forever” para o filme Fifty Shades Darker, que alcançou o segundo lugar da Hot 100 da Billboard. Em março deste ano, em parceria com o rapper canadense PARTYNEXTDOOR, lançou “Still Got Time”, o primeiro single de seu próximo álbum.

Louis Tomlinson

Louis Tomlinson

No início de 2016, Louis Tomlinson se tornou pai e ao final do mesmo ano lançou seu primeiro single, “Just Hold On”, em colaboração com o famoso Dj Steve Aoki. A música emplacou o 52* lugar na US Billboard Hot 100 e até agora foi a única lançada pelo cantor. Em 2015, Tomlinson criou sua própria gravadora, Triple Strings Ltd, e foi reportado que estaria trabalhando com Simon Cowell para criar uma girl band. Não há previsão de novas músicas ou um álbum confirmado por enquanto.

Niall Horan

Niall Horan

Já Niall, que ajudou a compor grandes músicas da One Direction, lançou dois hits desde que a banda entrou em hiatus, “Slow Hands” e “This Town”, através da gravadora Capitol Music Group. Ambas não fogem do padrão de música que costumava criar com o grupo, mas, ao comparar as duas, “This Town” é mais romântica e “Slow Hands” tem uma pegada mais sexy, meio cheeky e mais animada. O que diferencia o Niall de agora do que tocava em uma banda? Fácil: a chance de escutarmos seu próprio storytelling nas músicas. Porém, só saberemos mais sobre o tipo de música que ele irá produzir quando seu álbum, ainda sem previsão, sair.

Liam Payne

Liam Payne

O último a lançar material novo na carreira solo foi Liam Payne, fazendo parceria com Quavo, do grupo de rappers Migos, na música “Strip That Down”. A música, que foi co-escrita por Ed Sheeran e Steve Mac, recebeu diversas críticas, tanto boas quanto ruins. Na letra, o cantor fala sobre como está livre do One Direction (“you know, I used to be in 1D – now I’m out, free”) e como pretende se divertir. Sua música foi descrita como hip-hop e, sem perder a oportunidade, já foi comparada com o material de Zayn. Se este será o caminho que Liam irá tomar para seu próximo álbum, isso não podemos afirmar, mas sabemos que ele estará longe de fazer qualquer coisa parecida com o estilo de Harry Styles. Payne afirmou que vem trabalhando no estúdio há mais de um ano e em março de 2017 teve seu primeiro filho com a ex-jurada do X Factor, Cheryl Cole.

Mesmo com todas as diversidades, uma coisa é clara: todos os integrantes (ou ex) buscavam liberdade para criar seu próprio material, algo que uma boy band não permitia. Agora, temos mais músicas de estilos completamente diferentes, esperamos novos álbums, e, quem sabe um dia, uma possível volta do grupo.

Mas, enquanto isso não acontece, você pode checar a nossa playlist Five Directions.

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Elton John lança clipe para “Tiny dancer” e outras duas músicas décadas depois

by Karla Wunsch

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“Essas músicas nunca tiveram videoclipe, e elas são perfeitas para isso”. Essas são as palavras do próprio Elton John sobre “Tiny Dancer“, “Rocket Man” e”Bennie & The Jets” para explicar o seu último projeto The Cut.

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Nele, o cantor convidou diretores do mundo todo para enviar seu projetos de videos nas categorias: coreografia, ilustração e filme. Lançadas no inicio dos anos 1970 as músicas nasceram antes do vídeo estourar como um formato quase indissociável da música.

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Mas, parece que valeu a pena essas décadas de espera. Confira o resultado dos vídeos oficiais, finalmente lançados, pelas mãos de quatro novos cineastas:

 

 

O que achou? Comente aqui!

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“Switch”, a nova música de Iggy Azalea com Anitta!

by Superplayer

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Na última sexta-feira foi lançado oficialmente “Switch”, o novo single de Iggy Azalea, e de imediato virou um dos assuntos mais comentados no universo pop, no Brasil e no mundo. Aqui na nossa terra, em especial, pela participação já aguardada da pop funkeira Anitta.

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Com promessa de forte divulgação no mercado americano, onde é radicada a rapper, e a chegada do verão no hemisfério norte, a carreira de Anitta pode agora tomar novas proporções. Vale lembrar também que, nos últimos três anos, foi premiada pelo EMA, premiação da MTV europeia, como melhor artista brasileira e uma vez da América Latina.

Para aumentar o furor, vazou o que seria uma versão não finalizada do clipe que bota a artista brasileira nos radares do cenário da música internacional. Parece que ela está cada vez mais próxima de vôos mais altos.

Capa do single Switch da cantora Iggy Azalea
Capa do single Switch de Iggy Azalea

“Switch” sucede os singles “Mo Bounce” e “Team”, com produção de Eric Weaver e The Family, que têm em seus históricos, trabalhos com Ariana Grande, Nick Jonas, Pharell Williams e Fifth Harmony. A faixa faz parte do novo disco, Digital Distortion, de Azalea, com lançamento previsto para meados desse ano.

E você já pode ouvir aqui no Superplayer em uma playlist recheada de lançamentos:

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“Você Não Presta” é o novo single de Mallu Magalhães

by Pedro Bertoletti

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Após o anúncio de um novo álbum, Mallu Magalhães, divulga agora o single “Você Não Presta”.  O álbum, intitulado “Vem”, sucede seu disco de 2011 “Pitanga” e trabalhos paralelos como a Banda do Mar. E já conta com uma série de datas para início de turnê. Por enquanto, no Brasil, passará por Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, além de shows marcados em Portugal.

Capa do single "Você Não Presta" de Mallu Magalhães
Capa do single “Você Não Presta”

Em “Você Não Presta”, Mallu passeia por um samba de levada suave, versos carregados de ironia e sua característica voz quase confidencial. A festa parece que vai ser boa, um clipe deve ser lançado em breve. Só nos resta aguardar as próximas semanas para saber o que mais vem por aí.

E você pode conferir agora aqui no Superplayer pra começar bem essa Sexta-feira.

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Foster the People – Vem aí o terceiro álbum

by Pedro Bertoletti

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Banda Foster The People
Banda Foster The People

Formada em Los Angeles, Foster The People dispensa apresentações. Com um histórico de hits grudentos nos últimos anos como, Houdini, Helena Beat, Pumped Up Kicks, Call It You What Want, Don’t Stop, Best Friend, a banda surpreendeu, quando, na semana passada divulgou, não uma, mas três novas músicas que devem estar no que será o próximo álbum. Com dois álbuns de estúdio, Torches de 2011 e Supermodel lançado em 2014, agora fica o aguardo para mais detalhes do que vem por aí.

Por enquanto, você pode ouvir por aqui Pay The Man, Doing It For The Money e SHC, as faixas que os caras botaram no ar. Sem muitas surpresas, como uma sequência de tudo que já fizeram, nos levam para dentro da atmosfera característica que já deu certo. Um prato cheio para os ávidos fãs que dispensam mudanças.

O que parece discutível é, no entanto, a capa que apresenta III – Single. Correram pelas redes sociais comparações entre a arte do novo trabalho e o disco Low Teens da banda Every Time I Die, mas aí eu deixo essa análise por conta de vocês.

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I Hate Flash, #365nus e o universo de Fernando Schlaepfer

by Pedro Bertoletti

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Fernando Schlaepfer é um carioca ligado em uma potência invejável, uma daquelas figuras a ser estudadas. Se você acompanha ou já acompanhou o cara nas redes, sabe do que estou falando. Fundador do I Hate Flash, precisa lidar com os cliques para marcas, produções de festas, projetos autorais de fotografia, palestras, workshops, caçar festivais pelo mundo e ainda por cima atacar de DJ por aí. Com o I Hate Flash já cobriu festivais como Burning Man, Coachella e eles vêm fazendo a cobertura oficial do Lollapalooza Brasil e Rock in Rio.

Fernando Schlaepfer no Burning Man em 2016
Fernando Schlaepfer – Burning Man 2016

Nos conhecemos de longa data, dividimos as cabines de algumas festas e já fui clicado pelo cara em bons e maus momentos. Na semana passada tivemos um bate papo sobre música, moda, fotografia, projetos autorais e algumas histórias inusitadas com Diplo e Skrillex.

Para começar, como curador musical, precisei perguntar se ele estava ouvindo algo enquanto nos respondia e a resposta veio de imediato, “Como deve suspeitar pela data da entrevista, a resposta não pode ser diferente: Damn!, vulgo “o novo do Kendrick“.

O I Hate Flash tem produzido tanta coisa bacana que fica difícil alguém ainda não ter ouvido falar. Com um início despretensioso, como o próprio diz “uma válvula de escape, desculpa para criar mais na fotografia”, ele conseguiu construir uma marca de valor dentro de um seguimento que até então era de fotógrafos que não “conversavam” com a mesma linguagem dos meios em que se inseriam. Na época não existia, como chamou, a “cena” de fotografia, ninguém vinha fazendo um registro real, uma cobertura curada por alguém que pertencesse ao meio, que tivesse uma relação estreita com o que estava sendo fotografado.

No máximo tinha um tiozinho falando “oi, boa noite, posso fazer uma foto de vocês? Toma aqui meu cartão, assina aqui esse termo, pega sua foto lá no site-alguma-coisa-universitaria…”

A partir disso, enxergando essa lacuna, viu as coisas acontecerem muito rápido, passou a ser procurado para fazer registros de baladas, shows, exposições, festivais, e assim continua. “No primeiro ano eu já chamei mais 3 amigos fotógrafos pra me ajudarem naqueles registros, depois mais 5, depois mais 10, depois (…). Hoje somos 33 entre fotógrafos e videomakers, além dos setores de atendimento, financeiro, produção e coordenação de mídias sociais.”

Não tem fórmula mágica, a gente só consegue se dedicar tanto, estar em tantos lugares ao mesmo tempo, virar noite trabalhando e ainda sair com um sorriso no rosto por estar fazendo aquilo com tesão.

Quando estava na faculdade de comunicação visual e estagiava com fotografia e manipulação na SeagullsFly, se via frustrado por estar fotografando “apenas burocraticamente”, apesar do aprendizado, tinha um envolvimento muito ligado a parte técnica como fotografar produtos pensando apenas nas necessidades do mercado de consumo “faz uma foto dessa garrafa de Coca-Cola com uma tele pra não deformar, e iluminação neutra pra ficar mais fácil de transformar em 3D”.  Assim, viu a necessidade de inventar algo que fosse seu território para criar com maior liberdade. Sobrecarregado durante a semana, devido a faculdade e a vida de estagiário, via no curto tempo dos finais de semana a dificuldade de fazer tudo que tinha em mente, ele conta, “passei a levar minha máquina pra tudo que fazia nesse tempo livre, e registrava cada role de skate, cada show que minha banda tocava, cada festa/ festival que eu ia, etc.”

Definitivamente, Fernando não achava que poderia tomar essa proporção.

Equipe I Hate Flash no Lollapalooza Brasil 2017
Equipe I Hate Flash, Lollapalooza Brasil 2017

Como diferencial, vê o que muitos colocavam como um erro primário, seu trunfo com o I Hate Flash: parcialidade. A gente se assumir parcial é algo muito negativo em um primeiro momento, já que as pessoas tendem a rotular tudo e muitas vezes nos colocam na caixinha do fotojornalismo – onde imparcialidade é regra. Mas acaba que a gente falando abertamente que só fotografamos aquilo que curtimos, temos um benefício duplo: o IHF se tornar um formador de opinião em termos de movimentação cultural, e de fato valer ter um “selo I Hate Flash de qualidade” em seja lá qual conteúdo estejamos fotografando, além de manter sempre os criadores de conteúdo empolgados. Não tem fórmula mágica, a gente só consegue se dedicar tanto, estar em tantos lugares ao mesmo tempo, virar noite trabalhando e ainda sair com um sorriso no rosto por estar fazendo aquilo com tesão.”

Apesar de ter conseguido com o IHF o meio para suas criações, hoje faz muitos trabalhos ligados a marcas, porém, quando procurados, elas estão interessadas em se aproximar da identidade dos caras. Ok, já aconteceram situações absurdas onde queriam nos usar para vender coisas completamente sem sentido. Mas negamos sem cerimônia haha”.

Foto de Fernando Schlaepfer para Vogue Brasil
Foto publicitária para Vogue Brasil (Fernando Schlaepfer)

Apaixonado pelo que faz, gosta de lidar com exercícios criativos, ao invés de clicar somente seu meio, sua zona de conforto, como marcas de tênis que se identifica, roupas ou bebidas onde, teoricamente, cria com menos esforço, vê, em fotografar algo onde não é necessariamente o público alvo, a possibilidade de vivenciar diferentes nichos:

“(Eu curto) fotografar algo onde eu não necessariamente seja o público-alvo – tipo uma marca de moda feminina – me faz criar um personagem e ter que entrar nele, entender as motivações, os desejos, de que forma comunicar uma ideia que seja atraente pra esse universo que não necessariamente é o meu…”

Embora, quando se fale de I Hate Flash, provavelmente remeta a você eventos de música, comenta que nunca buscou associar fotografia e música, as coisas sempre se deram muito naturalmente. Brinca que precisaria formar uma barreira para desassociá-las, pois sempre esteve presente, de formas óbvias como fotografando shows, ou, de maneiras indiretas, em lookbooks em estúdio, onde é indispensável, salientou, que se tenha uma trilha sonora.


OS FESTIVAIS E O SEU LADO COMO DJ

Lollapalooza Brasil 2016
Lollapalooza Brasil 2016 (Fernando Schlaepfer)

Com o I Hate Flash, já teve a oportunidade de girar por muitos festivais no Brasil e no mundo. A lista vai do Summer Sonic em Tóquio ao Reading na Inglaterra, passa por suas presenças em Coachellas(EUA), que quando não cobre, pode ter certeza que algum de seus parceiros está lá, Burning Man, na famosa e efêmera Black Rock City no deserto de Nevada, também nos Estados Unidos, Primavera Sound e Sónar em Barcelona, além de todas as edições de Rock in Rio e Lollapalooza Brasil desde que começou com o projeto. Embora esteja presente em tantos festivais, raramente tem a oportunidade de assistir muitos shows. A maratona de cobertura é bastante sacrificante:

É bem raro a gente poder ver um show inteiro nos festivais, com exceção dos headliners – pelo menos nos que estamos como cobertura oficial. Durante o dia inteiro é uma correria sem fim, porque temos que fazer as fotos logo depois das 3 primeiras músicas (dependendo do artista, na primeira!), volta pra sala de imprensa, edita, entrega, corre pro próximo show, fotografa, volta (…) Os headliners são exceção porque como são os últimos shows de cada dia, rola de concluir a entrega e assistir o restante do show. Claro que uma vez ou outra a gente se organiza, quando tem alguma banda menor que é a banda que sempre sonhamos em ver, então dá pra pular o almoço pra ficar assistindo, por exemplo hahaha”

Arcade Fire no Lollapalooza Brasil 2014 fotografado por Fernando Schlaepfer
Arcade Fire – Lollapalooza Brasil 2014 (Fernando Schlaepfer)

No que se trata de balada, o repertório de histórias que tem pra contar valeria um post, mas com certeza entre as que não podemos deixar de fora são seus reincidentes encontros com Diplo e Skrillex. A primeira vez, ele nos conta, foi no Avrão, no morro do Vidigal. Já havia discotecado com Diplo, também no Rio, em outra oportunidade, mas não com a dupla.

“Só cumprimentei o Skrillex de longe e achei que ele ia ficar lá isoladão inacessível no camarim. Só que porra nenhuma, ele veio, puxou assunto, perguntou o que eu tocaria, e quando contei que meu set seria 100% de tracks e/ou produtores brasileiros, ele ficou curioso e disse que ficaria lá pra ver. Achei que era papo, mas quando terminei de tocar (umas 6 da manhã) ele realmente ainda tava lá e veio falar que curtiu, perguntou sobre algumas músicas mas eu não consegui entender quais eram exatamente (gringo tentando reproduzir o que ouviu em português é uma desgraça né), enfim, achei bem maneiro.”

Skrillex e o fotógrafo Fernando Schlaepfer
Skrillex e Fernando Schlaepfer

Seus sets são baseados em músicas dançantes, com foco nas produções eletrônicas, sempre carregadas de grave. Gosta de se aprofundar em pesquisa nas músicas feitas nas periferias, “aquilo que ainda não entenderam que é punk pra caralho, o genuíno DIY da música atual”, resume suas escolhas em “músicas para mexer o corpo”. Foi com o tempo, que ele passou a entender que as cabines haviam se tornado um outro posto de trabalho.

Fernando Schlaepfer discotecando no after party Lollapalooza Brasil 2017
Fernando Schlaepfer (Love2Hate – After Party Lollapalooza Brasil 2017)

“Definitivamente meu foco profissional é a fotografia, então talvez por isso eu tenha negligenciado esse aspecto dessa outra parte do meu trabalho – não que eu não tenha me dedicado, que não faça questão de ser bom tecnicamente, de pesquisar e ter muitas referências nos meus sets e que ganhe pra isso, mas não paro e penso “ok, agora eu TENHO QUE fazer uma pesquisa, tocar isso e isso antes dos outros, juntar essa track com essa (…)”, faço só o que dá vontade e vai dando certo.”

A segunda vez com a dupla foi no after do Lollapalooza do ano passado, depois de toda a maratona, o I Hate Flash sempre prepara uma festa pós-festival. Como atração-surpresa teriam nada menos que A-Trak“Ele pediu pra botar alguns nomes na lista de convidados, e dentre eles estavam a dupla… Já com a festa rolando, veio o pedido: Skrillex e Diplo perguntaram se também poderiam tocar. Rola? Corta a cena, tá rolando um B2B do Jack Ü com a Halsey dançando no meio deles e um pacote de Sucrilhos voando. Sucesso. Fui tocar novamente depois deles – até então, não tinha falado com nenhum dos dois por confusões esperadas de um pós-festival pré-after –, e no fim do meu set tá lá o Skrillex na cabine de novo. Veio falar comigo, algo tipo “fala cara! Você é aquele maluco que tocou depois da gente no morro no Rio, não é? Não tinha reconhecido com o cabelo de outra cor, mas ouvindo o set, reconheci!”. Algum tempo lá de papo e no dia seguinte veio o convite: ele continuaria por São Paulo pra gravar o programa dele pra Apple Music Beats e queria que eu fosse o DJ brasileiro convidado pra falar sobre a cena nacional e tocar algumas tracks. Lá tava eu de novo com ele, a Halsey e as excelentes participações do MC Bin Laden e do Flosstradamus. Engraçado que depois desse dia muitos produtores vieram falar que amavam meus sets e me convidaram pra tocar nas festas deles, mas coincidentemente, antes do “aval do Skrillex”, era a mesma galera que falava que meu som tinha baile funk demais pro gosto deles. Engraçado. Hahah”

Diplo, Halsey e A-trak LOVE2HATE :: AFTER-PARTY LOLLAPALOOZA
Da esquerda para a direita: Diplo, Halsey e A-trak (Love2Hate – After Party Lollapalooza)

Seu auge, como DJ, atingiu no último Burning Man, o pessoal da OWSLA escreveu para ele quando viu a foto que havia postado falando que estava chegando por lá, e assim veio o convite para tocar com eles e quem mais? Skrillex.

“Toquei duas vezes nessa edição: uma no camping, pra no máximo umas 100 pessoas, e outra em um dos palcos gigantes, pra umas 10.000 pessoas. Aquele famoso “esse dia foi foda.”

PROJETO #365nus

Vivendo o mercado publicitário como fotógrafo e com a necessidade de seguir padrões estéticos comerciais, Fernando resolveu, dentro de um projeto autoral, desnudar-se escapando ao imposto como convencional. A partir daí deu vida ao projeto #365nus, fotografando um nu para cada dia durante um ano.

Projeto #365nus Fernando Schlaepfer
Projeto #365nus

O fotógrafo tem em seu histórico trabalhos para sites como o Paparazzo, no entanto os trabalhamos comerciais não dialogavam tanto com o autoral, e assim que deu início ao projeto:

“Querer me expressar imageticamente sem as amarras comerciais que a indústria impunha. Como o que eu mais gosto de fotografar são pessoas, usei isso como base, e fui tirando os lugares-comuns dos trabalhos. Então ia riscando da lista: não queria me preocupar com caimento de roupas – tirei as roupas. Não queria fotografar apenas com modelos – convidei meus amigos para serem fotografados. Não queria ter que atender a um briefing vindo de terceiros – partia de uma premissa básica para cada foto (…) e por aí vai. Em pouco tempo notei que eu tinha muitos outros motivos além-criativos para ter chegado na fórmula do projeto, que talvez fossem subconscientes quando resolvi começar o #365nus – literalmente, de um dia pra outro –, mas que fazia total sentido com nosso momento“.

Seu avô é parte importante no início disso tudo, inclusive foi um dos primeiros a ser fotografado pelo projeto, vice-presidente da Associação Carioca de Naturismo, durante boa parte da infância e adolescência, Fernando, o acompanhava em clubes e praias nudistas. Não apenas por isso, seu avô influenciou diretamente em todos os aspectos que envolvem a aceitação de si e do seu corpo, ou seja lá de quem for. “Hoje em dia ele tá bem coroa, e não tem mais a disposição pra se meter em um ônibus por horas até chegar em algum desses lugares – mas quando convidei ele pra ficar peladão ilegalmente na praia aqui do lado em prol do projeto, ele não pensou duas vezes haha.”

hugo para o projeto #365nus de Fernando Schlaepfer na praia
Hugo, avô de Fernando, para o projeto #365nus

Começou fotografando amigos e pessoas que estavam próximas em alguma circunstância. “Como rapidamente eu esgotei todos meus amigos que topavam ficar nus para o todo mundo mágico da internet ver – e é aí que a gente vê quem realmente liga o foda-se de fato haha –, eu passei a chamar todo mundo que via pela frente. Tipo, se no meio de um trabalho alguém tocava no assunto do projeto, eu não perdia a chance e mandava “ah, então por que não participa também?”.  Além de um punhado de vezes que eu precisava colocar uma foto naquele dia e não tinha tido tempo de combinar nada e escrevia em alguma rede social “ou, quem é que tá no estado tal e topa participar de uma foto pro projeto na próxima hora?”. Sei lá como, mas até agora, funcionou sempre haha.”

As locações são uma escolha conjunta, como o projeto não tem o foco em modelos profissionais, existe a necessidade que as pessoas se sintam confortáveis em ser fotografadas, “…o lugar da foto faz toda diferença nesse aspecto. É também um meio de fazer a foto ser ainda mais um trabalho em conjunto, então eu sempre tento deixar a pessoa o mais livre possível tanto nessa escolha, quanto como ela quer se mostrar – obviamente, adequando as escolhas ao que eu considero cabível na foto e no meu olhar sobre aquela pessoa e ambiente”.

Gabriela para o projeto #365nus
Foto #229, projeto #365nus

Mesmo pensando justamente que mulheres teriam muito mais motivos para relutar em mostrarem-se nuas, já que infelizmente isso continua sendo um tabu, e “até hoje ainda tem gente querendo falar sobre o que uma mulher “de bem” pode ou não fazer com o próprio corpo”, um dos grandes obstáculos que encontrou foi em convencer homens a participar em boa parte do projeto. Desde “vão achar que eu sou gay (!?!?) até a “vergonha”.

Artur e Uyl para o projeto #365nus
Foto #305, projeto #365nus

“E eu sempre achei muito importante não ser um projeto exclusivamente com mulheres, já que a intenção era justamente desmitificar o nu, chamando todo mundo que eu via pela frente, e não restringindo a um tipo de corpo, uma cor de pele, um gênero (…)”

Foto masculina para projeto #365nus
Foto #318, projeto #365nus

Fernando está autorretratado no projeto, contudo, para ele, se expor não foi uma maneira de tornar o projeto ainda mais verdadeiro, e sim, apenas uma honestidade com ele próprio.

Botar a cara ali valeu não só para ter a experiência em estar do outro lado e receber todo o feedback dessa exposição, quanto pra ver que mesmo eu me achando “o bem-resolvido”, ainda estava/estou cercado de questões e inseguranças com meu próprio corpo, assim como todos nós – afinal, mesmo que a gente pegue uma pessoa mais dentro do padrão possível, nem ela se sentirá perfeita, já que esse tal padrão é algo irreal. Não é só ser uma mulher / branca / magra / loira / gostosa / sei lá o que. É tudo isso, no melhor ângulo, da melhor foto, com retoque no Photoshop. Não existe.”

autorretrato Fernando Schlaepfer para projeto #365nus
Autorretrato, projeto #365nus

O projeto já teve seus 365 e em breve deve virar livro, mas ele continua vivo, e você pode conferir por aqui como tem sido a sequência desse trabalho.

Para os próximos meses, além de seguir com o #365nus, o I Hate Flash está com projetos novos, infelizmente, não pôde nos contar muita coisa, mas deixou pistas. Estão preparando duas novas collabs com marcas, uma série de novas festas “e mais uma outra parada que nem o produto posso falar qual é pra não entregar o ouro haha.”, certamente vem coisa bacana por aí.

Como um cara que começou a empreender cedo, deixa uma dica para quem busca trabalhar com o que ama: “Acho que uma boa dica é: não acredite no chavão de “Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”. Tudo caô. A não ser que você já seja rico. Mas ainda assim: escolha um trabalho que você ame, porque só assim você vai conseguir se dedicar de verdade e poder se destacar no seu mercado, seja ele qual for. Mas não é só amar, tem que trabalhar pra caralho sim! :)”

Então precisei voltar a música e saber o que mais anda tocando no QG do I Hate Flash, não foi surpresa a primeira coisa que li, mas tem mais: “Já falei lá no começo do Damn!, né? Escutando no repeat nos últimos dias. Que eu lembre nessa semana, o “Heresia” do Djonga e o “Elevador” do Febem rolaram soltos aqui também. Ah!, e o novo Vol 4 da BRUK :)”

E a fatídica pergunta: Para terminar o nosso papo: Qual playlist do Superplayer tem a sua cara? Ah, depende do dia haha. A última que ouvi foi a da Tropicalia <3”

Se você também quer ouvir, “Damn.”, o novo do Kendrick Lamar aqui vai o álbum na íntegra:

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Joe Fox, o protegido de A$AP Rocky, e sua Aftershow

by Pedro Bertoletti

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Se você já ouviu A$AP Rocky, especificamente o álbum AT.LONG.LAST.A$AP, você conhece Joe Fox. Entre tantas parcerias de peso no disco lá de 2015, como M.I.A., Mark Ronson, Kanye West, cinco das faixas contavam com um então desconhecido.

Jovem músico londrino Joe Fox
Joe Fox, jovem músico de Londres

A$AP tinha descoberto o cara pelas ruas aqui de Londres. Contou, em diversas entrevistas, que após vagar em uma madrugada, encontrou o músico com seu violão. Na época tocava na rua, praticamente sem teto, sobrevivia vendendo seus cds em busca de algum lugar para morar. Ele não comprou um de seus discos, porém acabaram no estúdio e o resto podemos ouvir em A.L.L.A.

Embora fã de Bob Dylan, Jimi Hendrix, John Lennon, foi com o rapper que viu sua vida se transformar, a parceria inusitada lhe rendeu algumas importantes gravações, contatos e viagens pelo mundo. Passou a o acompanhar onde quer que fosse, parecia a espera do seu momento. Com pouco gosto pela cena musical atual, rendeu-se ao classificar o trabalho em conjunto como uma obra prima, estando entre os melhores álbuns daquele ano.

Joe Fox e A$AP Rocky juntos
Joe Fox (à esqueda) e A$AP Rocky (ao centro).

No ano passado, o londrino, lançou o Acoustic Alley Sessions, com pouca produção, basicamente voz e violão, sua música soa como algo de outros tempos, com sua voz bluesy carregada de referências. Destaque para Autopilot, escrita na sua época em Los Angeles, embora com qualidade, ainda assim bastante bruta, faltava algo mais elaborado, como uma banda como pano de fundo.

E é aí que entra o seu single lançado nesse ano, onde o artista parece começar a mostrar que pode seguir em frente com suas próprias pernas. A excelente Aftershow, conta com o apoio de nada menos que membros do The Dap-Kings, banda com um histórico recente ligado a outra figura bastante famosa surgida em Londres, Amy Winehouse. Além de ter produção de Leon Michels, um dos membros do The Arcs, banda formada junto a Dan Auerbach, mais conhecido pelo The Black Keys.

capa do single after show de Joe Fox
Capa do single Aftershow

Embora a busca por uma evolução sonora, Joe não vai tão longe com o lado b Sweet Song, mantendo a ligação com a estética simplista e crua. No entanto, no mês passado, anunciou estar fazendo seus últimos shows em voz e violão, em breve contará com o apoio de uma banda. Por enquanto nos resta esperar pra descobrir onde o garoto poderá chegar.

E se você ficou curioso para ouvir Joe Fox, confere a nossa playlist dessa estação de outono:

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Beth Ditto anuncia seu primeiro álbum solo: Fake Sugar

by Pedro Bertoletti

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Beth Ditto é a voz por trás do Gossip, grupo que disparou hits como “Heavy Cross”, “Standing In the Way of Control”, “Listen Up!”, “Love Longe Distance” e que se estendem até o último trabalho de 2012. Surgida em 1999, as músicas do trio não podiam faltar em qualquer balada alternativa, principalmente em meados dos anos 2000.

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Hoje, com a fluidez das tendências da cena para um eletrônico pós-apocalíptico, em alguns inferninhos pode se ouvir quase que em tom de revival. No ano passado, depois de cinco anos sem sinal de novidades, a banda resolveu parar.


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Agora a cantora, que tem um EP solo lançado em 2011, acaba de anunciar seu primeiro álbum solo. Fake Sugar tem data de lançamento lá para o dia 16 de junho, mas não vai ser preciso esperar para saber o que vem por aí, Beth Ditto soltou essa semana a faixa “Fire” e você já pode ouvir aqui no Superplayer.



Além disso, o mais novo trabalho já está em pré-venda e você pode conferir a lista com as faixas do álbum solo da Beth Ditto aqui:

Beth Ditto - Fake Sugar (album)

Fake Sugar

1. “Fire”
2. “In And Out”
3. “Fake Sugar”
4. “Savoire Faire”
5. “We Could Run”
6. “Oo La La”
7. “Go Baby Go”
8. “Oh My God”
9. “Love In Real Life”
10. “Do You Want Me To”
11. “Lover”
12. “Clouds”

Com datas anunciadas na próxima semana Paris e Londres, agora é esperar para saber o que Beth Ditto vai aprontar ao vivo.

E se você quer ouvir Gossip e outros clássicos indie é só dar play:

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Feist, Kasabian, Mura Masa e o que mais você deveria ouvir essa semana

by Pedro Bertoletti

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Os últimos dias trouxeram lançamentos aguardados e outras ótimas surpresas. Dá um confere nos destaques da semana:

Feist está de volta. O novo disco da canadense, com seu último álbum Metals lançado lá no ano de 2011, desponta como um dos mais aguardados da cena alternativa. Com estreia para o dia 28 de abril, a faixa Pleasure, que também dá título ao novo trabalho, segue a fuga ao pop que lhe rendeu bons hits, trazendo uma sonoridade crua, entre guitarras pesadas e o timbre inigualável da cantora, a qualidade em seu trabalho parece seguir viva. Fica o nosso aguardo para ouvir o que mais vêm por aí.

Pleasure - Feist

Com lançamento de álbum previsto também para 28 de abril, Kasabian lança a primeira prova. Intitulada You’re In Love With A Psycho, a faixa mostra que o quarteto segue na batida do electroindie. Os britânicos estão com datas anunciadas no Reino Unido e Irlanda, subindo ao palco também em alguns festivais do verão Europeu.

E mais…

Você Precisa Dar Play: Mura Masa, produtor britânico de música eletrônica em forte ascensão, que prepara seu primeiro álbum To Fall Out of Love To, com um histórico de parcerias como A$AP Rocky, Shura e NAO, acaba de soltar seu mais novo trabalho. 1 Night, uma espécie de hit de verão versão cool para a temporada do hemisfério norte, conta com a participação de Charli XCX. Apesar de, sem dúvida, ser seu trabalho mais pop até agora, não é menos interessante.

Mura Masa - música - lançamento

Fique Ligado: De Vancouver, Tommy Genesis, que se auto-intitula como fetish rapper, é um dos expoentes do underground do rap. Não propriamente uma artista nova, com trabalhos produzidos desde 2015, campanha para a Calvin Klein em 2016 e passagem pelo SXSW desse ano, que teve fim ontem, divulgou seu novo single Empty. Vale a pena conferir e ficar ligado.

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Agora você pode ouvir Superplayer sem internet

by Superplayer

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Somos inspirados pela música.

Isso quer dizer que estamos sempre em movimento. Mexemos os nossos pés no ritmo da batida e das nossas emoções. E claro, do feedback que recebemos de nossos usuários. Por conta disso, há meses estamos trabalhando em um novo produto. A evolução de uma rádio online para um serviço de streaming completo. E, aos poucos, estamos colocando diversas novidades na rua.

A maior delas até agora é que os usuários podem baixar playlists para ouvir offline, nos aplicativos Android e iOS. A partir de R$8,90/mês, o menor preço do mercado.

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Com o novo plano premium você pode baixar até três playlists para ouvir no seu celular. Além disso, você ouve todo nosso conteúdo sem propaganda, inclusive playlists exclusivas, e pode pular e voltar quantas músicas quiser. Viu só, agora é possível voltar as músicas. Também temos o plano Super Premium onde todos os recursos são ilimitados.

É só atualizar seu aplicativo pra contratar os planos.*

Para refletir a nova fase, também criamos uma nova marca. Você chegou a ver como nosso webplayer está diferente? Ah, e falando em webplayer, não custa avisar que o offline é apenas nos aplicativos móveis, ok?

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Gostamos de ser inteiros naquilo que fazemos e, por isso uma nova marca se tornou essencial. Com ela transmitimos que a música nos diverte, mas também é algo que nós levamos a sério. O Superplayer não deixou de lado o seu DNA, que é oferecer facilidade, boa curadoria e levar a trilha certa para cada momento, mas agora está fazendo isso de um jeito diferente e melhor. Mas essa é uma história que vamos explicar melhor em breve.

Espero que você goste da novidade. E curta música onde você for.

* Se você é assinante pode fazer a atualização do seu plano, nas plataformas iOS e Android. Você não perde o valor pago, apenas investe a diferença do novo valor, que foi necessária para que pudéssemos oferecer as novas funcionalidades. Na web essa opção vai estar disponível em breve. Fique ligado!

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As melhores reações do Twitter à nova música do Luan Santana

by Superplayer

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Nesta sexta o Luan Santana lançou sua nova música, “primeira semana” e parece que os fãs curtiram muito a novidade.

A música, com exclusividade do Superplayer, foi enviada em primeira mão pelo chatbot do Luan Santana no Facebook.

E nosso chatbot também espalhou esse som que, aparentemente, deixou todo mundo NO CHÃO.

A sofrência tomou conta

MESMO

E quarenta minutos depois do lançamento…

E, depois de ouvir tantas vezes a música, começaram a surgir os trocadilhos com a letra..

E parece que os fãs ficaram ainda mais fãs…

Ou melhor, mais Luanetes e Luanáticos.

E pra conferir a música, você pode entrar aqui no chatbot do Luan Santana do Facebook, e na hora você recebe uma mensagem com o play de “Primeira Semana”.

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Luan Santana lança música com exclusividade no Superplayer

by Superplayer

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Ouça a nova música do Luan Santana

Chegou a nova música do Luan Santana: “Primeira semana“. Antes de explicar mais e contar que você só encontra ela aqui no Superplayer, achamos melhor sugerir que você já dê um play. 😉

Nessa exclusividade do Superplayer, ele assovia, canta e sente saudade. E só esse comecinho já dá vontade de compartilhar com os amigos, decorar a letra e tudo mais, né? Aliás, falando em letra, o que você achou? Rolou aquela identificação com a nova música do Luan Santana?

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E junto, veio outra novidade: a divulgação da música foi feita via chatbots do Facebook – no do Superplayer, do próprio Luan Santana e da Som Livre. Se você nunca usou, e não sabe do que estamos falando é hora de aproveitar, vem!

Além de “Primeira semana“, já foram divulgadas “Dia Lugar e Hora” e “Estaca zero” do seu novo álbum. O projeto Luan 1977, conta com a participação de: Ana Carolina, Anitta, Camila Queiroz, Ivete Sangalo, Marília Mendonça e Sandy. Aliás, o álbum é uma homenagem às mulheres, e o nome remete ao ano em que a ONU estabeleceu Dia Internacional da Mulher.

O lançamento do álbum nas telas de cinema será no dia 08 de novembro. A gravação tem um clima intimista e industrial e conta com a direção de Joana Mazzucchelli. Confira o trailer.

E aí, bateu a ansiedade?

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O Gusttavo Lima fez duas playlists no Superplayer. Descubra qual é a sua!

by Superplayer

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Gusttavo Lima está com o coração dividido. Metade tá pela farra. Metade quer dormir de conchinha. E esse é o dilema que ele canta em seu novo álbum, 50/50.

Pra comemorar essa lançamento o cantor sertanejo lançou duas playlists no SuperplayerOuça aqui e descubra qual lado do Gusttavo Lima tem mais a ver com você.

versus

E aí, se identificou 100% ou tem um lado que é mais você? Compartilhe!

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Para ouvir agora: o novo recurso do Superplayer no Facebook

by Superplayer

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Facilidade sempre foi algo que buscamos. Desde que o Superplayer surgiu há três anos.

Todos os dias nos perguntamos como podemos deixar a sua experiência melhor. E foi assim que lançamos o primeiro robô especialista em música, em nosso aplicativo Android, depois no Facebook. Agora anunciamos que o Zak está também em nossa fanpage. E junto com ele um novo recurso, pra deixar sua vida (adivinha?) mais fácil.

Além de pedir músicas por gêneros, atividades e artistas, você também pode selecionar a opção “Para ouvir agora” no Menu do Messenger. Com esse comando você recebe algumas dicas de acordo com a hora e dia da semana.

Funciona assim:

O Menu também serve para alterar as permissões de notificações, alterar idioma – hoje nas opções português e inglês e baixar o app.

Você também pode escrever termos mais específicos, como: “Rock pra trabalhar”, “músicas animadas” e “as mais ouvidas”, para aqueles dias que você está mais decidido.

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Bônus: Você pode aproveitar tudo isso pelo Facebook ou pelo Messenger, sem baixar o nosso app. E sem pagar nada.

Vem aqui, experimentar: www.messenger.com

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Conheça o 1º robô de música do Facebook

by Superplayer

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Sabe aqueles filmes que mostram um mundo cheio de robôs? Esse futuro já chegou. Não com criaturas prateadas que andam por aí, mas como “seres” invisíveis, como é o caso de um bot do Facebook, que vêm para facilitar o seu dia a dia.

Agora, por exemplo, você não precisa sair do Facebook para ouvir música. Graças aos nosso bot do Facebook, Zak, você pode receber sugestões de playlists. Tudo pelo chat da rede social, sem precisar baixar nenhum aplicativo novo. Quer experimentar a novidade? Fale com o nosso robô na nossa página no Facebook.

É só pedir o que quer ouvir que nossa inteligência artificial vai responder para você automaticamente.

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O Zak existe desde 2015, quando foi lançado em nosso app para Android e em seguida para o Slack, a maior plataforma de messaging corporativo do mundo. E com o a nova possibilidade de Bots para o Facebook Messenger, essa onda de chatbots tende a vir com tudo.

 

Por enquanto, o Zak entende atividade, gênero e artista, em português e inglês. E também é possível habilitar a opção de receber sugestões de playlist toda semanaExperimente essa novidade!

bot do Facebook

 

Bem-vindos ao futuro!

LançamentoMúsicaTecnologia

O Superplayer chega no seu carro com o Android Auto

by Superplayer

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Estamos chegando no seu carro. Se você acompanha as notícias de tecnologia deve ter visto o recente lançamento do Android Auto no Brasil. Com essa plataforma multimídia você terá acesso ao seu smartphone direto da tela que fica no painel do seu carro. E o Superplayer está junto nessa.

Agora, ao invés de ouvir a rádio convencional, você vai poder curtir Pé na estrada, Good vibes e todas as nossas playlists de um jeito bem fácil:

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Para aproveitar a novidade, além do carro com o sistema do Android Auto é preciso o aplicativo do Superplayer (o mesmo que você já usa normalmente) em seu smartphone. Depois, é só conectar o aparelho e aproveitar uma nova interface, como a que aparece na imagem abaixo.

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Outros recursos como de mapas também já estão disponíveis. Os veículos compatíveis com o sistema são os modelos mais recentes e completos do Accord, da Honda, Cobalt, da Chevrolet, e Saveiro, Novo Gol, Golf, Voyage, Jetta, Tiguan, Passat, Cross Fox, Space Fox e Fusca, da Volkswagen. E em breve novas montadoras também irão lançar a novidade.

Partiu testar? Baixe o aplicativo do Superplayer na Google Play.

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Crédito imagem: Giacomo Carena via Visual hunt / CC BY-SA

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Conheça o Zak, o robô que vai mudar a forma como você escolhe música

by Karla Wunsch

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Você já deve ter perguntado para algum amigo: “O que você está ouvindo? Estou precisando de uma indicação legal. ” E por mais que o amigo seja de gosto confiável, as respostas sempre são coisas vagas, tipo: ah, tô ouvindo aquele cantor que canta aquela que toca naquele filme sabe?

Agora imagina poder, perguntar sem rodeios por músicas para ouvir no trabalho, e receber uma resposta boa e na hora. Simples assim.

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Pensando nessa praticidade é que hoje lançamos o Zak, o primeiro robô especialista em música do mundo. Como um amigo eficiente, ele dá uma mãozinha sempre que você precisar, para encontrar a solução musical perfeita para um momento, algo que você esteja sentindo ou gênero musical. E você ainda pode dizer na cara dura: gostei ou não gostei – para receber novas opções.

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Para pedir uma música basta enviar uma mensagem para o Zak. O chat está disponível em nossa última versão de aplicativo para Android (para iOS a novidade vai chegar daqui a pouco). É só atualizar o app que ele vai aparecer para você.

Conheça mais o Zak. Veja as seis que você precisa saber sobre o nosso robô:

  1. zak-phoneZak foi criado pelo Superplayer, para encontrar a trilha sonora que vai deixar o seu momento perfeito.
  2. Escolha um  gênero, momento ou artista e peça com uma #. Por exemplo, #Blues ou #Academia ou #GilbertoGil.
  3. Para usar, baixe a última versão do aplicativo do Superplayer para Android.
  4. Ele nasceu oficialmente em uma sexta-feira 13. 
  5. Ainda não é possível pedir por uma música especifica.
  6. Você vê a carinha dele no canto direito do app para Android, é só clicar ali para começar a conversa.

Baixe agora ou atualize seu aplicativo do Superplayer para Android, aqui.