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I Hate Flash, #365nus e o universo de Fernando Schlaepfer

by Pedro Bertoletti0

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Fernando Schlaepfer é um carioca ligado em uma potência invejável, uma daquelas figuras a ser estudadas. Se você acompanha ou já acompanhou o cara nas redes, sabe do que estou falando. Fundador do I Hate Flash, precisa lidar com os cliques para marcas, produções de festas, projetos autorais de fotografia, palestras, workshops, caçar festivais pelo mundo e ainda por cima atacar de DJ por aí. Com o I Hate Flash já cobriu festivais como Burning Man, Coachella e eles vêm fazendo a cobertura oficial do Lollapalooza Brasil e Rock in Rio.

Fernando Schlaepfer no Burning Man em 2016
Fernando Schlaepfer – Burning Man 2016

Nos conhecemos de longa data, dividimos as cabines de algumas festas e já fui clicado pelo cara em bons e maus momentos. Na semana passada tivemos um bate papo sobre música, moda, fotografia, projetos autorais e algumas histórias inusitadas com Diplo e Skrillex.

Para começar, como curador musical, precisei perguntar se ele estava ouvindo algo enquanto nos respondia e a resposta veio de imediato, “Como deve suspeitar pela data da entrevista, a resposta não pode ser diferente: Damn!, vulgo “o novo do Kendrick“.

O I Hate Flash tem produzido tanta coisa bacana que fica difícil alguém ainda não ter ouvido falar. Com um início despretensioso, como o próprio diz “uma válvula de escape, desculpa para criar mais na fotografia”, ele conseguiu construir uma marca de valor dentro de um seguimento que até então era de fotógrafos que não “conversavam” com a mesma linguagem dos meios em que se inseriam. Na época não existia, como chamou, a “cena” de fotografia, ninguém vinha fazendo um registro real, uma cobertura curada por alguém que pertencesse ao meio, que tivesse uma relação estreita com o que estava sendo fotografado.

No máximo tinha um tiozinho falando “oi, boa noite, posso fazer uma foto de vocês? Toma aqui meu cartão, assina aqui esse termo, pega sua foto lá no site-alguma-coisa-universitaria…”

A partir disso, enxergando essa lacuna, viu as coisas acontecerem muito rápido, passou a ser procurado para fazer registros de baladas, shows, exposições, festivais, e assim continua. “No primeiro ano eu já chamei mais 3 amigos fotógrafos pra me ajudarem naqueles registros, depois mais 5, depois mais 10, depois (…). Hoje somos 33 entre fotógrafos e videomakers, além dos setores de atendimento, financeiro, produção e coordenação de mídias sociais.”

Não tem fórmula mágica, a gente só consegue se dedicar tanto, estar em tantos lugares ao mesmo tempo, virar noite trabalhando e ainda sair com um sorriso no rosto por estar fazendo aquilo com tesão.

Quando estava na faculdade de comunicação visual e estagiava com fotografia e manipulação na SeagullsFly, se via frustrado por estar fotografando “apenas burocraticamente”, apesar do aprendizado, tinha um envolvimento muito ligado a parte técnica como fotografar produtos pensando apenas nas necessidades do mercado de consumo “faz uma foto dessa garrafa de Coca-Cola com uma tele pra não deformar, e iluminação neutra pra ficar mais fácil de transformar em 3D”.  Assim, viu a necessidade de inventar algo que fosse seu território para criar com maior liberdade. Sobrecarregado durante a semana, devido a faculdade e a vida de estagiário, via no curto tempo dos finais de semana a dificuldade de fazer tudo que tinha em mente, ele conta, “passei a levar minha máquina pra tudo que fazia nesse tempo livre, e registrava cada role de skate, cada show que minha banda tocava, cada festa/ festival que eu ia, etc.”

Definitivamente, Fernando não achava que poderia tomar essa proporção.

Equipe I Hate Flash no Lollapalooza Brasil 2017
Equipe I Hate Flash, Lollapalooza Brasil 2017

Como diferencial, vê o que muitos colocavam como um erro primário, seu trunfo com o I Hate Flash: parcialidade. A gente se assumir parcial é algo muito negativo em um primeiro momento, já que as pessoas tendem a rotular tudo e muitas vezes nos colocam na caixinha do fotojornalismo – onde imparcialidade é regra. Mas acaba que a gente falando abertamente que só fotografamos aquilo que curtimos, temos um benefício duplo: o IHF se tornar um formador de opinião em termos de movimentação cultural, e de fato valer ter um “selo I Hate Flash de qualidade” em seja lá qual conteúdo estejamos fotografando, além de manter sempre os criadores de conteúdo empolgados. Não tem fórmula mágica, a gente só consegue se dedicar tanto, estar em tantos lugares ao mesmo tempo, virar noite trabalhando e ainda sair com um sorriso no rosto por estar fazendo aquilo com tesão.”

Apesar de ter conseguido com o IHF o meio para suas criações, hoje faz muitos trabalhos ligados a marcas, porém, quando procurados, elas estão interessadas em se aproximar da identidade dos caras. Ok, já aconteceram situações absurdas onde queriam nos usar para vender coisas completamente sem sentido. Mas negamos sem cerimônia haha”.

Foto de Fernando Schlaepfer para Vogue Brasil
Foto publicitária para Vogue Brasil (Fernando Schlaepfer)

Apaixonado pelo que faz, gosta de lidar com exercícios criativos, ao invés de clicar somente seu meio, sua zona de conforto, como marcas de tênis que se identifica, roupas ou bebidas onde, teoricamente, cria com menos esforço, vê, em fotografar algo onde não é necessariamente o público alvo, a possibilidade de vivenciar diferentes nichos:

“(Eu curto) fotografar algo onde eu não necessariamente seja o público-alvo – tipo uma marca de moda feminina – me faz criar um personagem e ter que entrar nele, entender as motivações, os desejos, de que forma comunicar uma ideia que seja atraente pra esse universo que não necessariamente é o meu…”

Embora, quando se fale de I Hate Flash, provavelmente remeta a você eventos de música, comenta que nunca buscou associar fotografia e música, as coisas sempre se deram muito naturalmente. Brinca que precisaria formar uma barreira para desassociá-las, pois sempre esteve presente, de formas óbvias como fotografando shows, ou, de maneiras indiretas, em lookbooks em estúdio, onde é indispensável, salientou, que se tenha uma trilha sonora.


OS FESTIVAIS E O SEU LADO COMO DJ

Lollapalooza Brasil 2016
Lollapalooza Brasil 2016 (Fernando Schlaepfer)

Com o I Hate Flash, já teve a oportunidade de girar por muitos festivais no Brasil e no mundo. A lista vai do Summer Sonic em Tóquio ao Reading na Inglaterra, passa por suas presenças em Coachellas(EUA), que quando não cobre, pode ter certeza que algum de seus parceiros está lá, Burning Man, na famosa e efêmera Black Rock City no deserto de Nevada, também nos Estados Unidos, Primavera Sound e Sónar em Barcelona, além de todas as edições de Rock in Rio e Lollapalooza Brasil desde que começou com o projeto. Embora esteja presente em tantos festivais, raramente tem a oportunidade de assistir muitos shows. A maratona de cobertura é bastante sacrificante:

É bem raro a gente poder ver um show inteiro nos festivais, com exceção dos headliners – pelo menos nos que estamos como cobertura oficial. Durante o dia inteiro é uma correria sem fim, porque temos que fazer as fotos logo depois das 3 primeiras músicas (dependendo do artista, na primeira!), volta pra sala de imprensa, edita, entrega, corre pro próximo show, fotografa, volta (…) Os headliners são exceção porque como são os últimos shows de cada dia, rola de concluir a entrega e assistir o restante do show. Claro que uma vez ou outra a gente se organiza, quando tem alguma banda menor que é a banda que sempre sonhamos em ver, então dá pra pular o almoço pra ficar assistindo, por exemplo hahaha”

Arcade Fire no Lollapalooza Brasil 2014 fotografado por Fernando Schlaepfer
Arcade Fire – Lollapalooza Brasil 2014 (Fernando Schlaepfer)

No que se trata de balada, o repertório de histórias que tem pra contar valeria um post, mas com certeza entre as que não podemos deixar de fora são seus reincidentes encontros com Diplo e Skrillex. A primeira vez, ele nos conta, foi no Avrão, no morro do Vidigal. Já havia discotecado com Diplo, também no Rio, em outra oportunidade, mas não com a dupla.

“Só cumprimentei o Skrillex de longe e achei que ele ia ficar lá isoladão inacessível no camarim. Só que porra nenhuma, ele veio, puxou assunto, perguntou o que eu tocaria, e quando contei que meu set seria 100% de tracks e/ou produtores brasileiros, ele ficou curioso e disse que ficaria lá pra ver. Achei que era papo, mas quando terminei de tocar (umas 6 da manhã) ele realmente ainda tava lá e veio falar que curtiu, perguntou sobre algumas músicas mas eu não consegui entender quais eram exatamente (gringo tentando reproduzir o que ouviu em português é uma desgraça né), enfim, achei bem maneiro.”

Skrillex e o fotógrafo Fernando Schlaepfer
Skrillex e Fernando Schlaepfer

Seus sets são baseados em músicas dançantes, com foco nas produções eletrônicas, sempre carregadas de grave. Gosta de se aprofundar em pesquisa nas músicas feitas nas periferias, “aquilo que ainda não entenderam que é punk pra caralho, o genuíno DIY da música atual”, resume suas escolhas em “músicas para mexer o corpo”. Foi com o tempo, que ele passou a entender que as cabines haviam se tornado um outro posto de trabalho.

Fernando Schlaepfer discotecando no after party Lollapalooza Brasil 2017
Fernando Schlaepfer (Love2Hate – After Party Lollapalooza Brasil 2017)

“Definitivamente meu foco profissional é a fotografia, então talvez por isso eu tenha negligenciado esse aspecto dessa outra parte do meu trabalho – não que eu não tenha me dedicado, que não faça questão de ser bom tecnicamente, de pesquisar e ter muitas referências nos meus sets e que ganhe pra isso, mas não paro e penso “ok, agora eu TENHO QUE fazer uma pesquisa, tocar isso e isso antes dos outros, juntar essa track com essa (…)”, faço só o que dá vontade e vai dando certo.”

A segunda vez com a dupla foi no after do Lollapalooza do ano passado, depois de toda a maratona, o I Hate Flash sempre prepara uma festa pós-festival. Como atração-surpresa teriam nada menos que A-Trak“Ele pediu pra botar alguns nomes na lista de convidados, e dentre eles estavam a dupla… Já com a festa rolando, veio o pedido: Skrillex e Diplo perguntaram se também poderiam tocar. Rola? Corta a cena, tá rolando um B2B do Jack Ü com a Halsey dançando no meio deles e um pacote de Sucrilhos voando. Sucesso. Fui tocar novamente depois deles – até então, não tinha falado com nenhum dos dois por confusões esperadas de um pós-festival pré-after –, e no fim do meu set tá lá o Skrillex na cabine de novo. Veio falar comigo, algo tipo “fala cara! Você é aquele maluco que tocou depois da gente no morro no Rio, não é? Não tinha reconhecido com o cabelo de outra cor, mas ouvindo o set, reconheci!”. Algum tempo lá de papo e no dia seguinte veio o convite: ele continuaria por São Paulo pra gravar o programa dele pra Apple Music Beats e queria que eu fosse o DJ brasileiro convidado pra falar sobre a cena nacional e tocar algumas tracks. Lá tava eu de novo com ele, a Halsey e as excelentes participações do MC Bin Laden e do Flosstradamus. Engraçado que depois desse dia muitos produtores vieram falar que amavam meus sets e me convidaram pra tocar nas festas deles, mas coincidentemente, antes do “aval do Skrillex”, era a mesma galera que falava que meu som tinha baile funk demais pro gosto deles. Engraçado. Hahah”

Diplo, Halsey e A-trak LOVE2HATE :: AFTER-PARTY LOLLAPALOOZA
Da esquerda para a direita: Diplo, Halsey e A-trak (Love2Hate – After Party Lollapalooza)

Seu auge, como DJ, atingiu no último Burning Man, o pessoal da OWSLA escreveu para ele quando viu a foto que havia postado falando que estava chegando por lá, e assim veio o convite para tocar com eles e quem mais? Skrillex.

“Toquei duas vezes nessa edição: uma no camping, pra no máximo umas 100 pessoas, e outra em um dos palcos gigantes, pra umas 10.000 pessoas. Aquele famoso “esse dia foi foda.”

PROJETO #365nus

Vivendo o mercado publicitário como fotógrafo e com a necessidade de seguir padrões estéticos comerciais, Fernando resolveu, dentro de um projeto autoral, desnudar-se escapando ao imposto como convencional. A partir daí deu vida ao projeto #365nus, fotografando um nu para cada dia durante um ano.

Projeto #365nus Fernando Schlaepfer
Projeto #365nus

O fotógrafo tem em seu histórico trabalhos para sites como o Paparazzo, no entanto os trabalhamos comerciais não dialogavam tanto com o autoral, e assim que deu início ao projeto:

“Querer me expressar imageticamente sem as amarras comerciais que a indústria impunha. Como o que eu mais gosto de fotografar são pessoas, usei isso como base, e fui tirando os lugares-comuns dos trabalhos. Então ia riscando da lista: não queria me preocupar com caimento de roupas – tirei as roupas. Não queria fotografar apenas com modelos – convidei meus amigos para serem fotografados. Não queria ter que atender a um briefing vindo de terceiros – partia de uma premissa básica para cada foto (…) e por aí vai. Em pouco tempo notei que eu tinha muitos outros motivos além-criativos para ter chegado na fórmula do projeto, que talvez fossem subconscientes quando resolvi começar o #365nus – literalmente, de um dia pra outro –, mas que fazia total sentido com nosso momento“.

Seu avô é parte importante no início disso tudo, inclusive foi um dos primeiros a ser fotografado pelo projeto, vice-presidente da Associação Carioca de Naturismo, durante boa parte da infância e adolescência, Fernando, o acompanhava em clubes e praias nudistas. Não apenas por isso, seu avô influenciou diretamente em todos os aspectos que envolvem a aceitação de si e do seu corpo, ou seja lá de quem for. “Hoje em dia ele tá bem coroa, e não tem mais a disposição pra se meter em um ônibus por horas até chegar em algum desses lugares – mas quando convidei ele pra ficar peladão ilegalmente na praia aqui do lado em prol do projeto, ele não pensou duas vezes haha.”

hugo para o projeto #365nus de Fernando Schlaepfer na praia
Hugo, avô de Fernando, para o projeto #365nus

Começou fotografando amigos e pessoas que estavam próximas em alguma circunstância. “Como rapidamente eu esgotei todos meus amigos que topavam ficar nus para o todo mundo mágico da internet ver – e é aí que a gente vê quem realmente liga o foda-se de fato haha –, eu passei a chamar todo mundo que via pela frente. Tipo, se no meio de um trabalho alguém tocava no assunto do projeto, eu não perdia a chance e mandava “ah, então por que não participa também?”.  Além de um punhado de vezes que eu precisava colocar uma foto naquele dia e não tinha tido tempo de combinar nada e escrevia em alguma rede social “ou, quem é que tá no estado tal e topa participar de uma foto pro projeto na próxima hora?”. Sei lá como, mas até agora, funcionou sempre haha.”

As locações são uma escolha conjunta, como o projeto não tem o foco em modelos profissionais, existe a necessidade que as pessoas se sintam confortáveis em ser fotografadas, “…o lugar da foto faz toda diferença nesse aspecto. É também um meio de fazer a foto ser ainda mais um trabalho em conjunto, então eu sempre tento deixar a pessoa o mais livre possível tanto nessa escolha, quanto como ela quer se mostrar – obviamente, adequando as escolhas ao que eu considero cabível na foto e no meu olhar sobre aquela pessoa e ambiente”.

Gabriela para o projeto #365nus
Foto #229, projeto #365nus

Mesmo pensando justamente que mulheres teriam muito mais motivos para relutar em mostrarem-se nuas, já que infelizmente isso continua sendo um tabu, e “até hoje ainda tem gente querendo falar sobre o que uma mulher “de bem” pode ou não fazer com o próprio corpo”, um dos grandes obstáculos que encontrou foi em convencer homens a participar em boa parte do projeto. Desde “vão achar que eu sou gay (!?!?) até a “vergonha”.

Artur e Uyl para o projeto #365nus
Foto #305, projeto #365nus

“E eu sempre achei muito importante não ser um projeto exclusivamente com mulheres, já que a intenção era justamente desmitificar o nu, chamando todo mundo que eu via pela frente, e não restringindo a um tipo de corpo, uma cor de pele, um gênero (…)”

Foto masculina para projeto #365nus
Foto #318, projeto #365nus

Fernando está autorretratado no projeto, contudo, para ele, se expor não foi uma maneira de tornar o projeto ainda mais verdadeiro, e sim, apenas uma honestidade com ele próprio.

Botar a cara ali valeu não só para ter a experiência em estar do outro lado e receber todo o feedback dessa exposição, quanto pra ver que mesmo eu me achando “o bem-resolvido”, ainda estava/estou cercado de questões e inseguranças com meu próprio corpo, assim como todos nós – afinal, mesmo que a gente pegue uma pessoa mais dentro do padrão possível, nem ela se sentirá perfeita, já que esse tal padrão é algo irreal. Não é só ser uma mulher / branca / magra / loira / gostosa / sei lá o que. É tudo isso, no melhor ângulo, da melhor foto, com retoque no Photoshop. Não existe.”

autorretrato Fernando Schlaepfer para projeto #365nus
Autorretrato, projeto #365nus

O projeto já teve seus 365 e em breve deve virar livro, mas ele continua vivo, e você pode conferir por aqui como tem sido a sequência desse trabalho.

Para os próximos meses, além de seguir com o #365nus, o I Hate Flash está com projetos novos, infelizmente, não pôde nos contar muita coisa, mas deixou pistas. Estão preparando duas novas collabs com marcas, uma série de novas festas “e mais uma outra parada que nem o produto posso falar qual é pra não entregar o ouro haha.”, certamente vem coisa bacana por aí.

Como um cara que começou a empreender cedo, deixa uma dica para quem busca trabalhar com o que ama: “Acho que uma boa dica é: não acredite no chavão de “Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”. Tudo caô. A não ser que você já seja rico. Mas ainda assim: escolha um trabalho que você ame, porque só assim você vai conseguir se dedicar de verdade e poder se destacar no seu mercado, seja ele qual for. Mas não é só amar, tem que trabalhar pra caralho sim! :)”

Então precisei voltar a música e saber o que mais anda tocando no QG do I Hate Flash, não foi surpresa a primeira coisa que li, mas tem mais: “Já falei lá no começo do Damn!, né? Escutando no repeat nos últimos dias. Que eu lembre nessa semana, o “Heresia” do Djonga e o “Elevador” do Febem rolaram soltos aqui também. Ah!, e o novo Vol 4 da BRUK :)”

E a fatídica pergunta: Para terminar o nosso papo: Qual playlist do Superplayer tem a sua cara? Ah, depende do dia haha. A última que ouvi foi a da Tropicalia <3”

Se você também quer ouvir, “Damn.”, o novo do Kendrick Lamar aqui vai o álbum na íntegra:

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Séries para ver em 2017 se você ama trilhas sonoras

by Karla Wunsch0

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Sim, o título é longo, mas queria deixar bem claro para que veio: para você encontrar: séries boas, com boa trilha sonora pra ver esse ano. Seria um sonho seu? Então olha só que 2017 promete ótimas realizações pra você, sua cama e o notebook.

1. MASTER OF NONE

Em 2017 estréia a segunda temporada de Master of None. Ainda não tem trailer, mas tem um spoiler: o comediante Aziz Ansari está na Itália. No quesito música, você chegou a ouvir ver a primeira temporada? Tem Depeche Mode, Billie Holiday, e Lou Reed só pra começar. Além disso, o roteiro é cheio de referências à música, como as compiladas aqui, onde o personagem principal Dev, interpretado por Aziz Ansari, sempre acha uma oportunidade para falar sobre Hip Hop. Eu não sei vocês, mas já estou com a pipoca no microondas, só esperando.

2. PLEASE LIKE ME

Parece que o vídeo está fora do ar, mas é só dar play que roda, dito isso, Please Like é uma série do premiado comediante Josh Thomas, que conta a história de Josh, um recém adulto que leva um pé na bunda da sua namorada e descobre que é gay. Ele passa os dias entre se divertir com os amigos, namorados e tentando lidar com o drama da vida dos seus pais separados. Além disso, ele cozinha e cuida das galinhas Beyonce, Shakira e Adele. Por aí já dá pra imaginar que a série é cheia de referências a música pop, como esse cena especial onde um dos personagens, Arnold, canta Sia. Está disponível no Netflix.

3. CRAZYHEAD

É um série que mistura comédia e horror jovem – como Buffy a caça-fantasma, lembra? Foi lançada em Outubro de 2016 com novos episódios vindo por aí. A trilha sonora da série, como deu pra sentir no trailer, é pesada. E mistura bandas modernas, como The Big Moon e Weaves com clássico Duran Duran e a Dusty Springfield. Se você tem medo, de terror, pelo menos vale a pena ver de olhos fechados. Está disponível no Netflix.

4. Stranger Things

Produção do Netflix, Stranger Things foi um sucesso do dia pra noite. E mal acabou, a segunda temporada já foi confirmada para 2017. E aguardamos mais grandes músicas dos anos 70, ou será que dessa vez não se passará na mesma época? De qualquer forma a trilha sonora da nova temporada de Stranger Things tem tudo pra dar certo.

Tem mais alguma série para ver em 2017 que tá na sua lista mas não apareceu aqui? Comente 😉

E se por enquanto você só está sonhando com a hora de chegar em casa e dar play na sua série, dar play aqui pra ficar no clima.

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Don’t Panic: 05 playlists para comemorar o Dia do Orgulho Nerd

by Karla Wunsch0

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Dia da toalha. ‘Uma Nova Esperança’. Glorioso 25 de Maio.

Motivos não faltam para os nerds e geeks tomarem o dia de hoje como o seu. E, se você sente que faz parte desse grupo, nada mais justo do que mostrar seu orgulho até na hora de ouvir música. Confira nossas playlists, feitas especialmente pra você comemorar o dia do orgulho nerd.

*Maaas, se você não entendeu as referências à triologia ‘Guia dos Mochileiros das Galáxias’, ao Star Wars IV e à série Discworld – que estão nesse ordem no inicio do post, Não Entre em Pânico, mesmo assim você pode curtir essas listas.

1. Videogame: para quem tem saudades do Mega Drive, de soprar fita, do Mário Bros. 

2. Jogando RPG: Pra quem ainda reúne os amigos e sempre escolhe ser o mesmo personagem.

3. Rock N’ Code: Pra você que é tão nerd que escolheu até uma profissão de nerd.

4. Jogando Videogame: Pra você que pensa em vender um rim todo vez que anunciam um novo PS.

5. Programando: Pra você que tá feliz que hoje é seu dia, mas ainda assim precisa fazer aquele deploy para produção.

Pra ouvir mais playlists como essas, e comemorar o seu dia, é só vir aqui, nerd!

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08 filmes para ver com os ouvidos

by Karla Wunsch0

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Se para você filme bom é aquele poderia ver até de olhos fechados, porque a trilha por si só é ótima, você precisa conferir nossas dicas de filmes com trilhas sonoras ótimas. Tem para diferentes ouvidos e gostos.

“Bling Ring – A Gangue de Hollywood” (2013)

Para quem gosta de: Hip Hop e sons atuais

Para acompanhar a história de uma gang de jovens que rouba casa de famosos, aparecem canções dos principais nomes do hip hop e r&b, como Rihanna, Kanye West, Lil Wayne, Frank Ocean e Azaelia Banks.

OUÇA AQUI: UMA PROVA DE QUE O TARANTINO MANDA MUITO BEM NAS TRILHAS SONORAS.

Johnny & June” (2005)

Para quem gosta de: Romance, drama e country

O filme conta a história de um dos cantores de country mais conhecidos da história,  Johnny Cash (Joaquin Phoenix). Além de apresentar ótimas músicas, o filme mostra a história de amor de Cash e June Carter (papel interpretado por Reese Whiterspoon que rendeu a ela o Oscar de melhor atriz).

“Quase Famosos” (2000)

Para quem gosta de: Clássicos do Rock


Aqui a trilha sonora fica por conta de bandas como The Who, Yes,  Led Zeppelin, Elton John, entre outros. Conta a história de um menino que aos 15 se torna jornalista de uma das principais revistas de música e passa a viver o mundo do rock.

SÓ AS MELHORES TRILHAS DE CINEMA PARA OUVIR AGORA.

“Across the Universe” (2007) 

Para quem gosta de: filmes musicais e dos Beatles

Um musical com versões de músicas dos Beatles.Tem no enredo romance e revolução na época da guerra do Vietnã. Espere ouvir muita coisa boa, entre elas: “Let It Be”, “Come Together” e “Hey Jude”.

“Trapaça” (2013)” 

Para quem gosta de: Muita coisa boa que foi feita nos anos 1970

A trilha sonora mistura vários clássicos dos anos 70, incluindo Paul McCartney, Donna Summer e Jefferson Airplane. Uma ótima pedida para quem curte boa música e filmes que envolvem golpes de dinheiro e agentes do FBI.

“A Festa Nunca Termina” (2002)

Para quem gosta de: Punk e pós-punk

Happy Mondays, The Sex Pistols, Simply Red e New Order são algumas bandas que fazem a trilha do filme que conta a história da gravadora Manchester Factory e do grupo Joy Division. Vale conferir.

“Drive” (2011)

Para quem gosta de: Eletrônico e do Ryan Gosling

Apesar de não ter nomes muito famosos da música, a trilha do filme que conta a história de um mecânico, dublê de cinema e “motorista de fuga” (Ryan Gosling), fez sucesso. Isso no mundo indie, alternativo. Curiosidade: quem faz participação na trilha é a brasileira Lovefoxxx (vocalista da banda Cansei de Ser Sexy).

“Fale com Ela” (2002)

Para quem gosta de: Música latina e brasileira

Neste drama do Almodóvar, onde um enfermeiro se apaixona por uma paciente em coma, a maioria das músicas é instrumental.  Apenas duas das 20 músicas não são de autoria do espanhol Alberto Iglesias. São elas: “Cucurrucucu Paloma”, com Caetano Veloso, e “Por Toda a Minha Vida”, com Tom Jobim e Elis Regina.

Agora é só preparar a pipoca, aumentar o volume e dar play!

Aproveite para baixar o Superplayer no seu celular e ouvir as melhores trilhas do cinema.

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06 playlists para você fazer sua festa em casa

by Karla Wunsch0

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O termo discoteca foi inventado no final dos anos 40, pelo cineasta Roger Vadim. Na verdade, era discothèque, já que tudo começou na França. Por lá, a popularização de casas onde as pessoas iam para dançar surgiu como alternativa mais barata aos populares shows ao vivo. Hoje, as discotecas têm o nome de balada, mas a verdade é que nem sempre são a opção mais ace$$ível. E reunir os amigos e fazer uma festa em casa acaba sendo a solução, até mesmo no carnaval. Escolhemos algumas playlists que vão ajudar a deixar o clima mais animado, mesmo sem um DJ cuidando da trilha. É só aproveitar e dar play – são horas de música (de graça).

Quando ouvir: Quando o gosto das pessoas está dividido entre dançar a dois, rebolar ou improvisar uns passos de samba.

Quando ouvir: Quando você acha que chegou o momento de todo mundo se abraçar, dançar e dizer: “nooossaaa, eu amava essa!”. E aqui na Pé na Jaca, tem mais músicas nesse clima da zoeira.

Quando ouvir: Não tem hora para ouvir una musiquita caliente mas, se você estiver com um mojito na mão, melhor ainda.

Quando ouvir: Quando mais da metade da festa estiver vestida com tons de preto e postando fotos dos drinks no Instragram. Na tilha tem Grimes, Major Lazer e M.I.A.

Quando ouvir: Quando é verão e ser feliz importa mais do que o estilo musical.

Quando ouvir: Quando você não faz absolutamente ideia do que ouvir.

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Quer começar 2016 com tudo? Escolha o seu desejo!

by Superplayer0

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Esqueça a simpatia da lingerie, camisa ou fitinha colorida. Para ficar um passo mais próximo do que você quer do ano novo, dê play nos desejos escolhidos!AgoraVai-2x1

Dê play em Agora vai e aquilo que você está planejando desde antes da Beyonce casar com o Jay-Z, finalmente vai acontecer.

AViagemDosSonhos-2x1

Dê play em A viagem dos sonhos e acredite, você vai pegar aquele avião com destino à felicidade.

BeijarMuitoNaBoca-2x1

Dê play em Beijar muito na boca, e se tudo der certo em 2016, você vai fazer tanta festa que mal vai parar em casa.

MaisAmorMaisGentileza-2x1

Dê play em Mais amor, mais gentileza e passe o ano enviando e recebendo muitos ‘<3′.
 ViverEmPaz-2x1
Dê play em Viver em paz e comece a transformar o mundo em um melhor lugar.

MuitaGranaNoBolso-2x1

Dê play em Muita grana no bolso e tenha ano próspero, onde dinheiro não é problema, mas solução.

Que você tenha boas Festas,

Happy Hours, Baladas, Aqueces e Pool Parties!

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A playlist pra ajudar você a virar o DJ das suas festas

by Eduardo EGS0

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Sempre rola aquela festa na casa de alguém em que ninguém assume de verdade o som. Um amigo diz que vai escolher as músicas, mas sai para buscar uma cerveja e não volta nunca mais. A amiga fica fazendo sugestões de músicas, mas não quer ficar responsável pelo som, afinal, a festa está boa demais para perder tempo na frente do computador/celular.

Pois os seus problemas acabaram! Com a playlist Top DJs, é só dar play e ter a certeza de que as melhores músicas dos maiores DJs do momento estão reunidas em um só lugar. Calvin Harris, Armin van Buuren, Tiesto, David Guetta e muitos outros nomes confirmados das pistas à distância de um clique.

Quando a noite acabar, a estrela vai ser você. Quer apostar? Faça o teste na próxima festa e conte pra gente depois!

Clique e ouça os melhores DJs.

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As playlists mais ouvidas pelos personagens de Friends

by Eduardo EGS0

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Friends estreou nos EUA no ano de 1994 e trouxe para a TV um grupo de amigos cheio de diferenças entre si. E justamente o contraste de personalidade dos personagens que ajudou a tornar a série tão memorável.

Pensando nisso – e no perfil de cada uma das personagens – imaginamos aqui quais seriam as playlists mais ouvidas pelos personagens de Friends.

Rachel Green (Jennifer Aniston)

Monica Geller (Courteney Cox)

Phoebe Buffay (Lisa Kudrow)

Joey Tribbiani (Matt LeBlanc)

Chandler Bing (Matthew Perry)

Ross Geller (David Schwimmer)

E quando a turma tá reunida, é claro que eles escutam essa:

ArtistasEntreterimento

Amor venceu, futebol perdeu

by Lucas von3

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No dia 26/06/2015, uma decisão histórica da corte estadunidense aprovou o casamento gay nos 50 Estados do país norte-americano. Um avanço social para os EUA e, por tabela, para o mundo.

Nas redes sociais, uma maré de comoção. Avatares arco-irizados pra cá, textões pra lá… Não demorou e as empresas abraçaram a causa: perfis corporativos entraram na onda de apoio à conquista LGBT. Manifestações vinham de todos os lados… Ou, QUASE todos os lados: não vi um clube de futebol sequer colorindo suas redes*. Nada. Silentes. Temerosos. Um temor de certa forma compreensível: o mundo da bola ainda é muito duro, machista, conservador, carrancudo, infantil.

O futebol é uma extensão e um reflexo da sociedade. Combater racismo, xenofobia, homofobia e afins dentro do futebol é, de certa forma, combater em toda a sociedade. Acho que utilizar esse meio tão democrático e popular para empunhar bandeiras sociais importantes não é apenas pertinente: considero necessário. É das melhores “portas de entrada” possíveis para a discussão de alguns temas.

Mas, infelizmente, a paixão que move o futebol age pro bem e pro mal. Torcedores são uma extensão do clube. Se esse clube apoiar uma causa gay, esses indivíduos vão sentir-se apoiando junto. Fazem parte daquilo. E até aí tudo bem! Essa é a magia do futebol. “Nós” somos campeões, “nós” perdemos, “nós” empatamos. O clube somos nós. O problema é achar ruim que esse “nós” apoie abertamente uma causa louvável.

Para o futebol, talvez mais do que na maioria dos setores da sociedade, o homossexualismo ainda é “feio”. Sequer é motivo de debate: apenas de chacota. O medo de virar piada é maior que o bom senso. Por isso não vimos clubes brasileiros e até mesmo grandes clubes do exterior entrando na onda do #LoveWins (vi apenas alguns da MLS – Liga dos EUA). Tampouco jogadores famosos e influentes. Nada. Apenas celebridades de outras áreas e algumas empresas.

Alô, mundo do futebol: vamos parar com essa bixice?

*Ouvi dizer que a Chapecoense, clube catarinense que hoje está na Série A do futebol brasileiro, trocou seu avatar do twitter pelo arco-íris LGBT, mas que a troca não teria durado mais de 10min. É possível imaginar o motivo.

 

@lucasvon.

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Safra ou cabeça?

by Lucas von2

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Seleção Brasileira mais uma vez em ação, dessa vez na Copa América. A primeira partida foi dura, vitória suada contra os peruanos. Comentário geral pós jogo: “Brasil joga tudo nas costas do Neymar”. Verdade. É uma ilha de talento acima da média – e há quem diga até “genialidade” – em meio a um oceano de apenas bons jogadores.

Até aí, tudo bem. Neymar é brasileiro, não é crime fazer o jogo da Seleção Brasileira girar em torno dele. Mas os comentários nas ruas, e até mesmo de alguns cronistas esportivos, creditam essa “neymardependência” da Seleção não só ao talento ímpar do menino, mas também à ausência de outros “fora de série” no time. Em outras palavras, dizem que “a safra atual é ruim”.

Parece uma verdade irrefutável. Brasileiros estavam acostumados com times alucinantes. E sem “entressafra” para respirar: era uma geração boa atrás da outra. Só craque, sobretudo do meio pra frente. Edmundo, que hoje seria nossa tábua de salvação, mofou na reserva canarinho. Era muita gente boa pra pouca vaga. Hoje revezamos Damião com Fred, Tardelli, Jô e cia… Dói nos olhos de quem viu Careca, Bebeto, Romário, Rivaldo, Ronaldo e cia.

Mas será que a safra é tão ruim assim? E se a gente colocasse nessa Seleção atual nomes como Ronaldinho Gaúcho, Adriano Imperador e Kaká? Melhora consideravelmente o quadro. O primeiro e o último já receberam o prêmio de Melhor do Mundo. O Imperador coloca todos esses centroavantes da atualidade no bolso. E todos têm idade para figurar entre a “safra atual”. Encaramos como “craques do passado”, mas ainda estamos no tempo deles.

Ronaldinho, 35 anos. Adriano, 33 anos. Kaká, 33 anos. Ano passado todos eles tinham 1 ano a menos (ah, vá!?) e não jogaram a Copa. Enquanto isso, Klose (36 anos em 2014) batia o recorde do Ronaldo em gols marcados em Copa do Mundo. E ainda ergueu a taça pela Alemanha. Pirlo, também com 36 anos, acabou de ser finalista da Champions League. E nos scouts da Juventus ainda foi um dos que mais se movimentou em campo durante os 90 minutos.

Talvez o problema não seja só a safra. Dei 3 exemplos, mas pode ter mais: acho que parte do problema é a cabeça fraca da boleiragem brasileira. Falta orientação, maturidade, base sólida. É uma cultura destrutiva. Álcool, ganância, festas, depressão, deslumbramento, polêmicas. Alguns afundam cedo, outros (Pato, Ganso) têm tudo para voar alto (rá!) e por algum motivo não decolam. Aí o Brasil precisa antecipar uma safra do jeito que dá. Inventar nomes às pressas.

Temos que esperar mais uns 4 ou 5 anos para ter certeza de que “a safra atual é ruim”. Ainda vivemos tempos de uma safra razoavelmente boa que, infelizmente, teve parte do seu estoque prematuramente deteriorado por má conservação.

Entreterimento

As playlists mais ouvidas pelos personagens de Game of Thrones

by Eduardo EGS8

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Ontem foi ao ar o último episódio de Game of Thrones. Mas não se preocupe, não colocaremos spoilers aqui.

Por isso, resolvemos fazer um exercício de imaginação: qual lista do Superplayer cada personagem mais ouviria? Confira o resultado e deixe seus comentários!

Arya Stark

Aemon Targaryen

Bran Stark

Brienne of Tarth

Cersei Lannister

Cersei e Jamie

Daenerys Targaryen

 

Jon Snow

Jorah Mormont

Quando ele dá pause na Sofrência, ele vai para a:

 

Lady Melisandre

Loras Tyrel

( ͡° ͜ʖ ͡°)

Myrcella Lannister

Petyr Baelish

Ramsay Bolton

Reek

Samuel Tarly

Sansa Stark

Shireen Baratheon

Talvez na festa Junina ela mude para “Pula Fogueira”. 

Stannis Baratheon

Inspiração para planejar estratégias no mapa de guerra.

Tyrion Lannister

Varys

Walder Frey

Quem você adicionaria?

Entreterimento

5 Séries para você assistir

by Jeff Carvalho6

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Opa! Sou Jeff. Carvalho, novo autor aqui no blog do Superplayer… emocionado! Sou fã de tecnologia, séries/filmes e música e é sobre esses assuntos que vou escrever por aqui. A saga começa com algumas recomendações de séries que não são tão “mainstream” e que possuem uma qualidade surpreendente, a maioria são relativamente curtas, quem sabe não rola até uma maratona nesse fim de semana?

Estamos chegando naquela época do ano ideal para conhecer novas séries, aquelas que já assistimos entrando de “férias” abre alguns espaços para conhecer novos universos. Pensando nisso, resolvi fazer uma lista com 5 séries (a maioria minisséries) para vocês. Vale lembrar que esse post não é um ranking, tentei escolher gêneros diferentes, mas todas com uma qualidade de bater palmas de pé dando cambalhotas.

A Young Doctor’s Notebook

Nessa minissérie da Sky Arts lá do Reino Unido conhecemos a história do jovem doutor Vladimir Bomgard interpretado por Daniel Radcliffe (Harry Potter) e Jon Hamm (Mad Men). Estamos em uma pequena vila russa no século XX em meio a revolução e Dr. Bomgard precisa trabalhar nesse hospital local. O ritmo da série é bem dinâmico com direito até a algumas piadinhas. Ao todo são 2 temporadas com 4 episódios cada.

Utopia

Se você quer uma boa série com teoria de conspiração e uma produção impecável então recomendo “Utopia”. Nessa série produzida pelo Channel 4 nos deparamos com um grupo de pessoas que descobrem uma graphic novel, mas não é uma graphic novel qualquer… por conta dela, esse grupo começa a ser perseguido por uma organização chamada “The Network”. Você pode pensar: O que tem nessa graphic novel pra despertar a ira dessa organização? Bem… algo que pode mudar o rumo da humanidade, eu garanto. Criada por Dennis Kelly, Utopia conta com 2 temporadas com 12 episódios ao total.

Black Mirror

Confesso que essa é a minha favorita dessa lista. Criada por Charlie Brooker, Black Mirror é uma série que tem como temática nossa relação com a tecnologia. Em entrevista ao The Guardian, Brooker fala que Black Mirror está entre a apreciação e o desconforto da tecnologia no nosso dia-a-dia. Cada um dos 7 episódios traz uma história completamente diferente dentro dessa temática.

Louie

A série é escrita, dirigida e editada pelo próprio Louie C.K. (comediante americano) e tem um roteiro maravilhoso que toca em vários pontos que a sociedade deixa meio que em segundo plano. Na série Louie é um comediante divorciado com duas filhas vivendo em Nova York. São 5 temporadas com em média 13 episódios cada.

Sherlock

A melhor representação de Sherlock Holmes na TV (e cinema) fica por conta de “Sherlock”, série produzida pela BBC que conta com Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho, Smaug, Alan Turing… pode escolher) e Martin Freeman (nosso querido Bilbo)  no elenco. A série pega os contos do super conhecido detetive e coloca em uma Londres do século XXI para resolver crimes. O único ponto negativo é que por conta das agendas dos atores, o espaço entre uma temporada e outra é gigantesco, mas reza a lenda que os fãs de Sherlock são os mais pacientes do mundo.

 

Espero que você tenha curtindo as dicas e caso queira comentar sobre elas com um fã maluco de séries, é só deixar um comentário!

EntreterimentoMúsica

17 apresentações musicais memoráveis no David Letterman

by Eduardo EGS1

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Após 33 anos, um dos hosts mais famosos e queridos dos talk shows americanos, David Letterman, anunciou que vai se aposentar.

O cara marcou a história com seu estilo irreverente, piadas ácidas e sarcasmo apimentado. Mas não foi só pelo conteúdo humorístico que o programa de David Letterman ficou reconhecido. Ele foi também um expoente musical, revelando bandas novas, redescobrindo bandas que voltaram à ativa e recebendo grandes astros, de todos os estilos musicais. Separamos aqui algumas das apresentações mais incríveis:

1. tony joe white com foo fighters

Tony Joe White é um guitarrista e compositor norte-americano que marcou época, e aqui ele se apresentou com o Foo Fighters que é, inclusive, uma das bandas favoritas de Letterman.

2. beastie boys

Beastie Boys, um trio icônico do hip hop foi o responsável por uma das apresentações mais diversificadas de todas: os caras saíram do metrô e foram andando até o palco do programa enquanto cantavam a música. Ousado, hein?

3. the heavy

David Letterman gostou tanto da apresentação que demandou um bis.

4. mumford and sons

Mumford and Sons se tornou um sucesso mundial após aparecer em 2010 no David Letterman. Por isso, não pudemos deixar eles de fora, quando voltaram ao programa em 2012.

5. the white stripes

O power duo também ganhou muita visibilidade graças à aparição no Letterman.

6. weezer

Embora já tivesse um álbum considerado um hit cult na época, foi graças a essa aparição no David Letterman que eles ganharam o resto dos EUA – e eventualmente o reconhecimento mundial.

7. arcade fire

Mesmo caso do Arcade Fire, que estreava há 10 anos no programa.

8. radiohead

Em 1997, quando o Radiohead  lançou Ok Computer, eles ainda eram conhecidos apenas como “a banda que tocou Creep”. Foi a partir dessa apresentação de Karma Police que esse estigma começou a mudar.

9. tv on the radio

Em 2006 tivemos essa versão bem crua de Wolf Like Me – uma das muitas apresentações do TV on the Radio no programa. Grande presença de palco de uma das grandes bandas de rock alternativo de hoje.

10. paul mccartney

Já o ex-beatle fez um show de 24 minutos no programa, tocando diretamente para a rua da fachada do prédio do programa. Uma leve similaridade com o Rooftop Concert, será?

11. blur

O Blur, que voltou a lançar um álbum em 2015 após um hiato de doze anos, também passou pelo Letterman algumas vezes. A melhor, possivelmente, em 1999.

12. oasis

Não dá para falar de Blur e não mencionar o Oasis (e vice-versa), portanto aqui está também a banda de Manchester, em 1994, na primeira ida para os EUA.

13. adele

A Adele também foi outra grande artista que passou pelos palcos de David Letterman, em 2011.

14. future islands

David Letterman foi, mais uma vez, um trampolim. Dessa vez, para o Future Islands que se tornou um dos maiores sucessos indies dos últimos tempos após se apresentar no Late Show.

15. james brown

A última grande apresentação na TV feita por James Brown? Foi no Late Show do David Letterman.

16. darlene love

Uma tradição do programa era da cantora Darlene Love cantar “Christmas (Baby Please Come Home)” no final do ano. Aí em cima está uma montagem incrível feita pelo canal do próprio Late Show reunindo os grandes momentos dessa apresentação anual.

17. foo fighters

No ano 2000, um jovem Foo Fighters subiu ao palco. Naquela apresentação, David Letterman disse “a minha banda de rock favorita está aqui para tocar minha música de rock favorita: Everlong”. Por isso, o Foo Fighters foi chamado para tocar Everlong uma última vez no programa. A última vez.

veja 6 músicos de jazz que você precisa conhecer

bônus: bob dylan

Bob Dylan, que teve outras icônicas passagens pelo programa, foi o escolhido para fazer a última apresentação do Late Show With David Letterman.

Obrigado por toda essa contribuição musical, Letterman. :-)

Entreterimento

Bye bye McDreamy!

by Pedro Loureiro1

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Desde a exibição do episódio 21 da décima primeira temporada de Grey’s Anatomy intitulado “How to Save a Life” os fãs da série entraram em furor na web. O motivo? A morte do personagem Derek Shepherd, o querido McDreamy, interpretado pelo ator Patrick Dempsey.

Para se ter uma ideia, uma fã da série começou uma petição online na tentativa de sensibilizar a autora Shonda Rhimes a trazer o personagem de volta, que até o momento conta com nada mais nada menos do que 72.000 assinaturas.

 

Fonte: Change.org
Fonte: Change.org

Um minuto de silêncio para o McDreamy. :-(

Quem acompanha a série há mais tempo sabe que o McDreamy não foi o primeiro personagem marcante a deixar a série. Vamos lembrar de mais alguns que levaram os fãs à ira!

Cristina Yang

Leslie

Izzie

Sloan (McSteamy)

George

Será este o começo do fim de Grey’s Anatomy?