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Agenda cultural

Agenda cultural especial: shows e festivais para ver em 2018

by Karla Wunsch

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Crédito imagem: divulgação

IBEYI  – 01 de fevereiro de 2018
Por que ver: Da última vez que estiveram no Circo Voador a dupla franco-cubana Ibeyi lotou a casa. Agora, com um segundo álbum na bagagem, ‘Ash’, as expectativas estão ainda mais altas.
Local: Rio de Janeiro – Circo Voador
Ingresso: 
Inteiro a partir de R$140. Antecipados aqui.
Mais informações no evento.

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FOO FIGHTERS + QUEENS OF THE STONE AGE – 27 de fevereiro à 4 de março
Por que ver: Foo Fighters no Brasil parece a receita certa pra fazer a banda enlouquecer no palco. Em 2018 eles voltam com uma turnê por quatro cidades com a banda Queens of the Stone Age.
Locais:
Rio de Janeiro – Maracanã (25 de fevereiro)
São Paulo – Allianz Parque (27 de fevereiro)
Curitiba – Pedreira Paulo Leminski (02 de março)
Porto Alegre – Beira-Rio (04 de março)

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ROUGE – 09 e 10 de março
Por que ver: Depois de 11 anos, a girlband brasileira está de volta, com os sucesso nos anos 2000 como “Não Dá Para Resistir”, “Ragatanga”, “Beijo Molhado” e “Brilha La Luna”. A comemoração de 15 anos do grupo, no Rio de Janeiro e em São Paulo, teve os ingressos esgotados em apenas três horas.
Locais:
Curitiba – Live Curitiba (09 de março)
Porto Alegre – Pepsi on Stage (04 de março)
Ingresso: Variam entre R$ 45 e R$ 340,00. Antecipados aqui.

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Crédito imagem: Mert Alas and Marcus Piggott / Vogue

KATY PERRY – 15 à 18 de março
Por que ver: Com quatro álbuns e nove anos de carreira como Katy Perry, a cantora anunciou a vinda de ‘Witness: The Tour’ à America do Sul e ao Brasil em 2018. A diva pop além do seu trabalho atual que conta com “Chained to the Rhythm” deve trazer também outros hinos como “Roar”e “Firework”.
Locais:
Curitiba – Pedreira Paulo Leminski (15 de março)
Porto Alegre – Arena do Grêmio (14 de março)
São Paulo – Allianz Parque (17 de março)
Rio de Janeiro – Parque Olímpico (18 de março)
Ingressos e informações aqui.

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ZARA LARSSON + OH WONDER – 20 de março de 2018
Por que ver: São dois nomes do indie pop em uma só noite. Zara Larsson pra fazer uns passinhos de dança com “Lush Life” e Oh Wonder pra adoçar os ouvidos com seu sotaque inglês.
Local:
Circo Voador – Rio de Janeiro.
Ingresso:
Inteiro a partir de R$80. Antecipados aqui.
Mais informações no evento.

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LOLLAPALOOZA BRASIL – 23, 24 e 25 de março
Por que ver: A edição 2018 agora tem três dias e vem com mais de 100 atrações. Entre os confirmados Pearl Jam, Imagine Dragons, Lana Del Rey, The Killers, David Byrne, The National e Chance the Rapper.
Local:  São Paulo – Autodromo de Interlagos
Ingresso: 
Ingresso a partir de R$840. Antecipados aqui.
Mais informações no evento.

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Crédito imagem: Anton Corbijn / divulgação.

DEPECHE MODE
Por que ver: Faz 24 anos que a banda de referência da música eletrônica não pousa em solo brasileiro. Agora estão de volta com a “Global Spirit Tour” que termina em São Paulo.
Local: São Paulo.
Ingresso: 
Ingresso a partir de R$840. Antecipados aqui.
Mais informações no evento.

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EDDIE VEDDER – 28 a 29 de março de 2018
Por que ver: Além de se apresentar no Lollapalloza com sua banda Pearl Jam, Eddie Vedder, faz dois shows solos em São Paulo. É uma chance para os fãs do cantor ver seu lado mais intimista e ouvir ao-vivo as gravações dos seu trabalhos: “Into the wild” (2007) e “Ukelele songs” (2011). A abertura é do cantor irlandês Glen Hansard, vencedor do Oscar de Música Original com o filme ‘Once’
Local: São Paulo – Citibank Hall
Ingresso: Ingresso inteiro a partir de R$180. Antecipados aqui.

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Crédito imagem: divulgação.

GORILLAZ – 30 de março
Por que ver: É a primeira vez que o Gorillaz vem ao Brasil. A banda virtual de Damon Albarn criada em 1998 vai trazer grandes hits da carreira para o Rio de Janeiro e São Paulo, como “Feel Good Inc.”, “Clint Eastwood” e “Dare”.
Locais:  São Paulo – Jockey Club (17 de março)
Ingressos: A partir de R$180 inteira. Antecipados aqui.
Mais informações no site.

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RADIOHEAD – 20 e 22 de abril
Por que ver: Faz tempo que os fãs sonham com a tão prometida vinda da banda. Que quase todo desmentia uma vinda. Agora que é oficial, resta se jogar.
Locais:
Rio de janeiro – Parque Olímpico (20 de abril)
São Paulo – Allianz Parque (21 de abril)
Ingressos: A partir de R$190 a R$800. Vendas no LivePass partir do dia 16.

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GLENN HUGHES – 19 a 29 de abril de 2018
Por que ver: Uma das maiores vozes do rock mundial aterrissa no Brasil, em sete cidades, com sua turnê. Glenn Hughes, que é reconhecido internacionalmente como ‘a voz do rock’, quebra um jejum de 40 anos de sua antiga banda e faz um show completação só com clássicos do Deep Purple, em sete cidades do país.
Locais:
Belo Horizonte – Cine Theatro Brasil. Antecipados aqui. (19 de abril)
São Paulo – Tropical Butantã. Antecipados aqui. (21 de abril)
Limeira – Studio Mirage. Antecipados aqui. (22 de abril)
Curitiba – Ópera de Arame. Antecipados aqui. (24 de abril)
Manaus – Porão do Alemão. Mais informações aqui. (26 de abril)
Porto Alegre – Opinião. Antecipados aqui. (28 de abril)
Rio de Janeiro – Circo Voador. Antecipados aqui. (29 de abril)
Mais informações sobre a turnê no site do cantor.

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JASON DERULO – 08 de maio
Por que ver: O artista de R&B e pop vai trazer a sua nova turnê “777 World Tour”, incluindo seu último grande sucesso: “Swalla”, em parceria com a cantora Nicki Minaj, lançada esse ano.
Locais: 
São Paulo – Citibank Hall
Rio de Janeiro – Km de Vantagens Hall RJ (10 de maio)

Crédito imagem: I Hate Flash
Crédito imagem: I Hate Flash

FESTIVAL BANANADA – 7 a 13 de maio
Por que ver: O mesmo evento permite ver artistas brasileiros de renome como Gilberto Gil além de sentir de perto o som da nova geração daqui como Francisco, el Hombre.
Local: Goiânia, Goiás – Brasil
Ingresso: 
Inteiro a partir de R$120. Antecipados aqui.
Mais informações no evento.

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Crédito imagem: Martyn Goodacre/Getty Images.

OZZY OSBOURNE
Por que ver: Após cinco décadas como artista, Ozzy Osbourne faz sua turnê de despedida. O ex-vocalista do Black Sabbath se apresenta em quatro cidades.
Locais:
São Paulo – Allianz Parque. (13 de maio)
Curitiba –  Pedreira Paulo Leminski. (16 de maio)
Belo Horizonte – Esplanada do Mineirão. (18 de maio)
Rio de Janeiro – Apoteose. (20 de maio)
Ingressos antecipados aqui.

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Crédito imagem: Ryan Mcginley / Another Man

HARRY STYLES
Por que ver: O britânico Harry Styles teve seu primeiro álbum muito bem recebido pela crítica. E essa é a primeira carreira solo do x-One Direction.
Locais:
Rio de Janeiro – Jeunesse Arena. (27 de maio)
São Paulo – Espaço das Américas. (29 de maio)

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Crédito imagem: divulgação.

SHAKIRA – Sem data confirmada.
Por que ver: É possível que em 2018 a cantora colombiana Shakira venha para o Brasil com a “El dorado world tour”, turnê que promove seu novo álbum. A cantora deve se apresentar em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

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Coquetel Molotov – Sem data divulgada.
Por que ver: São 13 anos de festival, que vai muito além da música, com festivais e diversas edições especiais, destacando ao grandes talentos nacionais.
Local: Recife, PE
Mais informações no site.

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DoSol (RN) – Sem data divulgada.
No norte do país o festival DoSol já virou referência em programação de música autoral e de vanguarda no Brasil. Em 2017, foram mais de 80 shows de artistas locais, nacionais e internacionais, como Far From Alaska, Francisco El Hombre, Liniker e os Caramelows e Rubel.
Local: Natal – Rio Grande de Norte
Mais informações no site.

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Se Rasgum (PA) – Sem data divulgada.
Em doze anos foram mais de 100 eventos realizados pelo Se Rasgum, levando mais de 200 bandas locais, nacionais e internacionais e seus trabalhos autorais para o público paraense. Uma inovação é são as seletivas de bandas, em que, o público e os jurados escolhem quem fará parte da programação do Festival e de suas ações de promoção. Em 2017, recebeu atrações como Emicida, BaianaSystem, Ava Rocha e Francisco El Hombre.
Local: Belém – Paraná
Mais informações no site.

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Timbre – Sem data divulgada.
Com o objetivo de dar voz a cultura independe, o Festival Timbre já reuniu mais de 20 mil pessoas, mais de 50 horas de música em mais de 50 artistas de todo território nacional em Minas Gerais.
Local: Uberlândia – MG
Mais informações no site.

Tendência

ARTISTAS QUE SÃO APOSTAS PARA 2018 – II

by Karla Wunsch

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Nesse momento que a gente está mais pra 2018 do que pra 2017 já vamos aquecendo seus ouvidos com artistas que tem tudo pra ganhar mais e mais ouvidos. Se você já conferiu nossas apostas parte I, tá na hora de conferir a parte II. Bóra lá!

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Estilo:
 indie rock
País: Inglaterra
Música destaque: “Champion”

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas

CLAU
Estilo: Rap
País: pop
Música Destaque: “menina de ouro”

> Ouça a playlist DNA Brasil: descobrindo novos sons brasileiros.

Crédito imagem: David Brookton
Crédito imagem: David Brookton

MORGXN
Estilo: indie pop
País: Estados Unidos
Música Destaque: “Bruised”

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ADAM FRENCH
Estilo:
indie folk
País: Inglaterra
Música destaque: “Skin Deep”

>> VEJA TAMBÉM: ARTISTAS QUE SÃO APOSTAS PARA 2018 – PART I

>> Ouça aqui a playlists: “Apostas 2018″

Agenda culturalPOARJSP

AGENDA CULTURAL DA SEMANA DE 29/11 À 06/12

by Karla Wunsch

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Vem saber o que rola de programação cultural na agenda de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

AGENDA SÃO PAULO
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SHOW IARA RENNÓ – 30/11
A artista apresentou ao público em 2016 seu mais recente projeto, que chegou em duas partes. Arco e Flecha são álbuns lançados simultaneamente, com identidades distintas e gravados por bandas diferentes. No espetáculodo dia 30 de novembro, Iara divide a noite em duas partes e se apresenta ao lado de grandes músicos e instrumentistas, além de performers. O show também conta com participação especial da ilustre Elza Soares.
Endereço: SESC Pompéia – Rua Clélia, 93 – Pompéia – São Paulo
Horário: 19hs
Ingresso: 
R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). Antecipados aqui.
Classificação:
18 anos

NORSKFEST SP – SONDRE LERCHE 01/12/2017
Os músicos noruegueses Sondre Lerche (e Greni fazem apresentações no Rio e em São Paulo. Lerche é autor do disco “Faces Down” e Greni é conhecido como cantor e guitarrista do grupo Bigbang, uma banda popular em seu país. Os artistas são atrações do evento Norskfest 2017.
Endereço: Bar da Avareza – R. Augusta, 591 – Consolação. Tel.: (11) 3969-0203
Horário: 
21hs
Ingresso:
R$45 Antecipados aqui.

SHOW ORISHAS – 01/12
A banda cubana Orishas faz show na festa “Te Quiero”. O nome do grupo faz referência às divindades de religiões africanas. O grupo, que se dedicava no iniciou de seu trabalho ao hip hop, acrescentou com o tempo estilos como salsa e rumba ao seu repertório. Há oito anos, o Orishas se apresentou em São Paulo, no Via Funchal.
Endereço: Tropical Butantã, Av. Valdemar Ferreira, 93 – Butantã. Tel.: (11) 3031-0393
Horário: 19hs
Ingresso: R$ 200 e R$ 340 (meia-entrada). Antecipados aqui.

AGENDA RIO DE JANEIRO
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NORSKFEST RJ – SONDRE LERCHE 30/11/2017
Os músicos noruegueses Sondre Lerche (e Greni fazem apresentações no Rio e em São Paulo. Lerche é autor do disco “Faces Down” e Greni é conhecido como cantor e guitarrista do grupo Bigbang, uma banda popular em seu país. Os artistas são atrações do evento Norskfest 2017.
Endereço: TEATRO RIVAL, RIO DE JANEIRO – RJ
Horário: 
21hs
Ingresso: 
R$49,50 Antecipados aqui.

SHOW CÉU – 02/12/2017
A cantora Céu leva ao palco da casa sua recriação do clássico disco “Catch a Fire”, de Bob Marley, em noite que tem ainda apresentação do grupo de rap feminino Rimas & Melodias.
Endereço: Circo Voador -R. dos Arcos – Centro.
Horário: 
21hs
Ingresso: 
R$100 Antecipados aqui.

AVA ROCHA – 03/12/2017
Ava Rocha faz show com as participações de Anelis Assumpção e Karina Buhr e interpreta músicas de seu primeiro álbum solo, “Ava Patrya Yndia Yracema”. O espetáculo tem ainda músicas como “Iracema”, de Adoniran Barbosa, e “Canoa, Canoa”, de Nelson Ângelo e Fernando Brandt. A banda que acompanha a artista é formada por Rafael Rocha (bateria, percussões e mpc), Marcos Campello (guitarra), Eduardo Manso (synths e guitarra) e Pedro Dantas (baixo elétrico).
Endereço: Sesc Pinheiros, R. Paes Leme, 195 – Pinheiros. Tel.: (11) 3095-9400
Horário: 18hs
Ingresso: 
R$40 Antecipados aqui.

AGENDA PORTO ALEGRE
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SHOW BOOGARINS – Lançamento do disco “Lá Vem a Morte” 01 E 02/12/2017
Depois de esgotarem a data do dia 1 de dezembro no Agulha, o Boogarins anuncia um dia extra de show com horário especial e exibição do seu mais novo documentário, “Na Casa Das Janelas Verdes”. O documentário traz cenas de uma imersão feita pela banda junto de convidados e captada pela Void. No registro, Ava Rocha, Lê Almeida e Negro Léo são alguns dos nomes que integram o projeto que também é uma fita k7 com músicas inéditas gravadas durante o experimento.
Endereço: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300, São Geraldo – Porto Alegre/RS
Horário: 18hs
Ingresso: 
R$40 Antecipados aqui.
Mais informações aqui.

SHOW VANESSA DA MATA
Com músicas inéditas e sucessos, Vanessa da Mata lança turnê “Caixinha de Música”
Endereço: Teatro do Bourbon Country, Avenida Túlio de Rose – Porto Alegre – RS
Horário: 21hs
Ingresso: 
R$24  a R$ 54 Antecipados aqui.
Mais informações aqui.

MúsicaTendência

A latinização da música pop – parte II

by Karla Wunsch

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Depois de quase um ano, “Despacito” segue no Top 100 da Billboard. “Havana” e “Mi Gente”, ambas estão há 5 meses na parada. Novos hits em clima latino não param de surgir. Demi Lovato gravou com Fonsi, Anitta com JBalvin e parece que essa onda está longe de sair do auge. Aproveita pra dar uma play lista e saber mais sobre esse fenômeno.

Na primeira parte da série Latinização da Música Pop, fomos entender como passamos a ouvir esse gênero em todos os lugares. Em resumo, o que foi dito é que a base do ritmo é fácil e dançante (originário do Dancehall, que simultaneamente tem ganhado muito espaço), e a internet ajudou a distribuir essa cultura. Além disso, houve a apropriação de grandes popstars, contribuindo para a validação do gênero fora dos países latinos. Ufa!

Porém, existe muito mais no sucesso de uma música ou de um ritmo do que imaginamos, os produtores são um exemplo. No caso do Dancehall, não por acaso, muitos deles vêm do Canadá. Pode soar estranho, mas é pura história.

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Nineteen85 produziu sozinho “Hotline Bling,” de Drake e levou Grammy pra casa.
Nineteen85 produziu sozinho “Hotline Bling,” de Drake e levou Grammy pra casa.

Isso aconteceu porque, nos anos 1960 e 1970, o Governo do Canadá facilitou a imigração, atraindo a população jamaicana para seu país. Hoje em dia, quem está agitando a cena são essa geração de canadenses filhos de pais Jamaicanos, seguindo com suas origens musicais. Claro que alguns artistas da Jamaica mesmo conseguiram alavancar sucessos como Supa Dups​ e “Di Genius” McGregor.

Com 25 anos, Sevn Thomas produziu o sucesso “Work” de Rihanna & Drake.
Com 25 anos, Sevn Thomas produziu o sucesso “Work” de Rihanna & Drake.

E uma outra galera que nao tem tanto a ver com essa raíz como Jr Blender da Alemanha e Cashmere Cat​ na Noruega.

Jr. Blender co-produziu "Cold Water" de Justin Bieber e MØ e Light it Up de Major Lazer.
Jr. Blender co-produziu “Cold Water” de Justin Bieber e MØ e Light it Up de Major Lazer.

Sim, são muitos nomes provavelmente nunca ouvidos, mas já dá pra começar a entender que no processo de uma música existe muito mais gente e histórias envolvidas. Para traduzir pro inglês a versão de Despacito com Justin Bieber, por exemplo, o cantor chamou mais dois produtores e compositores, sendo um deles o Poo Bear – que gravou com Anitta, sabe?

Voltando à versão original do maior hit em espanhol das paradas norte-americanas desde “Macarena”, a música foi feita inteiramente com sangue latino. De Porto Rico: Daddy Yankee, considerado o pai do Reggaeton, e Luis Fonsi. Do Panamá a co-compositora, com Fonsi, Erika Ender e da Colômbia, JBalvin.

Ganhador de 2 Grammys Latinos, JBalvin canta desde 2004.
Ganhador de 2 Grammys Latinos, JBalvin canta desde 2004.
Daddy Yankee canta, compõe e produz desde 1991.
Daddy Yankee canta, compõe e produz desde 1991.

Como mostrado na parte I da latinização da música pop, apesar dos nomes de peso da música, o sucesso se concretizou com a participação de Justin Bieber, que é um fenômeno mundial e também… canadense, mas sem origem jamaicana. Porém viu uma reviravolta positiva na sua carreira graças ao hit inspirado pela mistura de Pop com dancehall,”Sorry”. É, parece que está tudo ligado, né?

Leia: A latinização da música pop – Parte II

Agenda culturalPOARJSP

AGENDA CULTURAL DA SEMANA DE 16/11 À 22/11

by Karla Wunsch

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Vem saber o que rola de programação cultural na agenda de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

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SHOW JORGE BEN JOR + CRIOLO – 17/11
Na 4ª edição do projeto “Versão Brasileira” acontece o show de JORGE BEN JOR e CRIOLO no Espaço das Américas!
Endereço: Espaço das Américas, Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP
Horário: 23hs
Ingresso: R$70 a R$ 320. Antecipados aqui.
Mais informações aqui.

SHOW CURUMIM – 18/11
O álbum “Boca”, novo trabalho de Luciano Nakata Albuquerque, o Curumin mistura o melhor do pop experimental com a eletrônica, reggae e rock. Com Curumin – Bateria, programações e voz; Zé Nigro – Teclados, programações e voz; Lucas Martins – Baixo, programações e voz; e Saulo Duarte – Guitarra e voz.
Endereço: SESC BOM RETIRO – Alameda Nothmann, 185 – Bom Retiro, São Paulo
Horário: 21hs
Ingresso: R$9 a R$ 30. Antecipados aqui.

FESTIVAL NOVA BRASIL  – 19/11
O festival NOVABRASIL 2017 chega a oitava edição de casa nova. Neste ano, os maiores artistas de MPB se apresentam no Allianz Parque. Promovido pela NOVABRASIL FM, serão mais de 6 horas de música.
Endereço: ALLIANZ PARQUE, Rua Palestra Itália, 200 – São Paulo
Horário: 15h
Ingresso: R$95 a R$ 420. Antecipados aqui.

SHOW FERNANDA ABREU – 21/11
Fernanda Abreu está na estrada com a turnê “Amor Geral”. O repertório traz seis músicas deste álbum além de sucessos da carreira da artista. Com uma banda poderosa e suingada, Fernanda também contará com a participação da Focus Cia. de Dança, considerada uma das principais Companhias de Dança Contemporânea do Brasil, dirigida e coreografada por Alex Neoral.
Endereço: Teatro Porto Seguro – Alameda Barão de Piracicaba, 740 – São Paulo
Horário: 21h
Ingresso: R$30 a R$ 40. Antecipados aqui.

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SHOW BRUNO MARS – 18/11
O cantor Bruno Mars se apresenta em São Paulo e no Rio Janeiro, em novembro, pela turnê do álbum 24K Magic. A última vez do cantor no país foi em 2013. Agora ele volta com mais hits lançados como That’s What I Like e a própria 24K Magic, Mars interpreta nos shows outros grandes sucessos de sua carreira, como Treasure, Locked Out Of Heaven e Uptown Funk.
Endereço: R. Marquês de Sapucaí, 36 – Santo Cristo – Rio de Janeiro
Horário: 21h30
Ingresso: De R$150 a R$580 Antecipados aqui.

22ª PARADA DO ORGULHO LGBT RIO – 19/11
A principal Parada do Rio de Janeiro – existente desde 1995, acontece no próximo dia 19 com a Daniela Mercury no trio elétrico junto com outras atrações como símbolo de resistência.
Endereço: Concentração Posto 6 de Copacabana – Rio de Janeiro
Horário: A partir das 13h
Mais informações aqui.

SHOW VANESSA DA MATA – 21/11
Acantora e compositora está de volta com um novo projeto ao vivo, o DVD Caixinha de Música. Com repertório formado por releituras dos maiores sucessos da carreira, além de regravações e músicas inéditas, como a faixa-título do projeto.
Endereço: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio nº48 – Rio de Janeiro
Horário: 18h
Ingresso: Gratuito
Mais informações aqui.

SHOW DORA TOIÁ – 21/11
A cantora Dora Toiá faz show acompanhada pelo guitarrista Fernando Caneca, apresentando canções de seu primeiro CD, “Conversa”, além de novos arranjos para clássicos da MPB. Fernando (violões e guitarras) participou da gravação do disco ao lado dos músicos Fernando Nunes (baixo), Cesinha (bateria), Maycon Ananias (teclados) e Marco Lobo (percussão).
Endereço: Vizinha 123, R. Henrique de Novais, 123 – Botafogo – Rio de Janeiro
Horário: 20h
Ingresso: R$20. Antecipados aqui.

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SHOW DAUGHTER – 16/11
O trio britânico de rock alternativo Daughter, liderado pela cantora Elena Tonra, irá desembarcar pela primeira vez no Brasil para três shows. O grupo possui uma sonoridade bastante original e que passeia por estilos diversificados, como indie folk, dream pop e post-rock.
Endereço: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/nº) – Porto Alegre/RS
Horário:  21h
Ingresso: R$240 (Inteira)
Mais informações aqui.

KINO BEAT APRESENTA TROPICAL TWISTA SHOWCASE – 19/11
Tropical Twista Records é uma netlabel que nasceu para mostrar e difundir a música experimental e étnica-eletrônica de artistas brasileiros, sul-americanos e de todo o globo. Com 2 anos de vida, lançaram mais de 25 trabalhos, entre eps, álbums, singles e ainda 5 compilações, em sua maioria de brasileiros.
Endereço: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300, São Geraldo – Porto Alegre/RS
Horário:  19h
Ingresso: Contribuição voluntária, pague quanto quiser!
Mais informações aqui.

SHOW APOCALYPTICA – 21/11
São 20 anos do lançamento de “Plays Metallica by Four Cellos”. Para celebrar a banda vem a Porto Alegre com sua apresentação que transforme o Rock de Metallica em música clássica.
Endereço: Bar Opinião – Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa – Porto Alegre/RS
Horário: 21hs
Ingresso: De R$40 a R$145. Antecipados aqui.

ArtistasMúsica

Mahmundi e o país que precisa se conhecer como Brasil

by Karla Wunsch

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“Gosto de falar de romance, amor e calor.” É um dos jeitos que a carioca Marcela Vale fala do seu trabalho como Mahmundi. Com um álbum, que leva o mesmo nome, lançado esse ano pela Universal, ela conta que está na área faz tempo. Mas, pelo nosso papo deu pra sentir que é só o começo.

Do subúrbio do Rio de Janeiro, para superar a dificuldade que não esconde, ela se agarrou no seu sonho. Aos 9 anos começou a cantar na igreja. Com 18 começou a se envolver com cinema e som. Precisava pagar as contas. E queria isso pela música. Por 7 anos trabalhou como técnica de som do Circo Voador. Hoje, está trabalhando no seu terceiro trabalho autoral. Mahmundi que faz tudo: compõe, grava e produz. Tem o tempo cronometrado. E um foco na carreira invejável.

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Já morou em São Paulo por um tempo. Lá amadureceu profissionalmente. Mas voltou pro Rio de Janeiro de onde vem sua inspiração. Não tem medo nenhum a não ser o de fazer um trabalho que não seja bom. Isso que importa. “Não adianta abrir portas mas não ter nada para passar. Quero algo bem-feito”, conta.

O nome Mahmundi, que poderia ser de uma Deusa, na verdade vem de “Mundo da Marcela”, seu perfil no MySpace na época em que o “h” em apelidos era moda. A internet para ela, como a maioria dos músicos, segue como um espaço de divulgação. E também de conhecer gente. Toda gente que não é o famoso x ou y e sim gente comum, já que por aqui tem história de mais para não ser contada, como ela valoriza e defende.

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Pelo trabalho como produtora musical, Mahmundi explica que tem uma idéia imagética da música. Essa sinestesia fica fácil de ver, ou melhor, de sentir no seu primeiro EP Cores (2014) e no álbum Mahmundi (2017). Não são apenas músicas, mas ambientes que conversam entre si. Todos feitos de imagens que remetem à praia, ao verão e os amores cotidianos carregados com baixos e batidas eletrônicas.

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Quando o assunto é engajamento social, ela diz que sua vida em si já é um enfrentamento. Marcela, que valoriza ter conseguido se agarrar em oportunidades que ela mesma conseguiu, explica que, como negra, o simples ato de ir comprar pão na Zona Sul do Rio é uma afronta para muitos. Por isso, ela faz do palco e da sua arte, que o que tem em mãos, um espaço de celebração. “Não vou mudar nada sozinha e nada sozinha rápido”, afirma. Para Mahmundi, a luta é importante, mas escolheu inspirar a alegria, como em um eterno verão.

Para ouvir o som da Mahmundi vem aqui.

Agenda culturalPOARJSP

AGENDA CULTURAL DA SEMANA DE 09/11 À 15/11

by Karla Wunsch

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Vem saber o que rola de programação cultural na agenda de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

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SHOW DO THE BLACK ANGELS – 09/11
The Black Angels é uma banda de rock psicodélico de Austin, Texas, formada em maio de 2004 por Christian Bland, Alex Maas, Stephanie Bailey, Nate Ryan e Kyle Hunt. Em novembro deste ano, no dia 09 (quinta-feira), eles apresentam seu trabalho mais recente, “Death Songs”, no palco do Cine Joia.
Endereço: Estádio do Morumbi – São Paulo
Horário: 22hs
Ingresso: R$50 a R$ 120 Antecipados aqui.

SHOW BANDA UÓ + BILTRE + FALCATRUA  – 10/11
A Banda Uó faz show de despedida no local. O grupo faz uma pausa nas suas atividades depois do carnaval e do lançamento de um novo single, “Tô na Rua”. Conhecida por músicas como “Shake de Amor”, “Cowboy” e “Búzios do Coração”, a banda é é formada por Davi, Candy Mel e Mateus. Também se apresentam na casa o grupo mineiro Falcatrua e o carioca Biltre.
Endereço: Mundo Pensante, Rua Treze de Maio, 825 – Bela Vista – São Paulo
Horário: 20h30
Ingresso: De R$ 20 a R$ 50. Antecipados aqui.
Mais informações aqui.

SHOW RAFAEL CASTRO – 10/11
O artista Rafael Castro é atração do Festival Som na Faixa e se apresenta com Maurício Pereira e Pélico. Rafael lançou há dez anos seu primeiro álbum e, de lá até hoje, disponibilizou gratuitamente mais de 100 canções, lançou dois CDs e realizou dúzia de clipes. O instrumentista mostra canções marcantes de sua trajetória.
Endereço: Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2500  – São Paulo
Horário: 20h30
Ingresso: Gratuito
Mais informações aqui.

SHOW CIDADÃO INSTIGADO 20 ANOS – 12/11
A banda Cidadão Instigado – formada para esta apresentação por Fernando Catatau, Regis Damasceno, Clayton Martin, Dustan Gallas, Rian Batista, Yuri Kalil e William Sprocati Tocalino – faz o show da turnê comemorativa de seus 20 anos de carreira. O repertório é composto de canções que fazem parte do EP e dos quatro álbuns lançados pelo grupo ao longo dessas duas décadas de existência.
Endereço: Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer – Av. Pedro Álvares Cabral, Portão, 2 – São Paulo
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Antecipados aqui.

SHOW YANNICK HARA – 12/11
O rapper afro-asiático Yannick Hara faz show no local em evento que tem também apresentações dos DJs Paulo Ribeiro e Dieguito Reis. Yannick interpreta faixas do EP “Também Conhecido Como Afro Samurai”, trabalho inspirado no mangá “Afro Samurai” (Takashi Okazaki – 2000).
Endereço: Fatiado Discos, Av. Prof. Alfonso Bovero, 382 – Sumaré
Horário: 16h30
Ingresso: Gratuito
Mais informações aqui.

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SHOW LINIKER E OS CARAMELOWS COM ABERTURA DE LETRUX  – 10/11
Depois de bater recordes de bilheteria e uma triunfal turnê pela Europa e EUA, LINIKER E OS CARAMELOWS voltam ao Circo para uma única apresentação. E para abrir a noite, outro novo e aclamado fenômeno, LETRUX, apresentando seu primeiro disco, ‘Letrux em noite de climão’.
Endereço: Circo Voador – R. dos Arcos – Rio de Janeiro
Horário: 22h
Ingresso: A partir de R$60. Antecipados aqui.

SHOW DO MALUMA  – 10/11
“Maluma World Tour Brasil” é baseada no último disco do cantor: “Pretty Boy Dirty Boy”, com músicas como “Felices Los 4”, “Chantaje” e “Sin Contrato”. Acontece dia 09 de novembro, no Espaço das Américas, em São Paulo; dia 10, no Vivo Rio, no Rio de Janeiro e dia 11, no NET Live em Brasília.
Endereço: Vivo Rio – Parque do Flameng
Horário: 21h
Ingresso:  De R$160 a R$ 360 Antecipados aqui.

MARCELO D2 E SAMBA DRIVE – 9,10 e 11/11
O cantor e compositor Marcelo D2, cuja carreira é marcada pela mescla de samba e hip-hop, apresenta sua música em formato jazzy, com um trio acústico, combinando sofisticação e minimalismo. Mauro Berman (baixo) e Lourenço Monteiro (bateria) compõem o trio que acompanha o artista ao lado do pianista Pablo Lapidusas.
Endereço: Blue Note – Av. Borges de Medeiros, 1424 – Lagoa.
Horário: Diversas sessões
Ingresso:  De R$40 a R$ 250

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SHOW MADELEINE PEYROUX – 09/11
Madeleine Peyroux é um dos nomes mais importantes do jazz contemporâneo. O seu novo álbum, Secular Hymns, a conduz a um universo inteiramente novo explorando composições que transcendem o habitual numa obra acabada, viva e comovente. Um amalgama de funk, blues e jazz.
Endereço:Teatro do Bourbon Country – Avenida Túlio de Rose – Porto Alegre                                                                            
Horário: 21hs
Ingresso: De R$30,00 a R$240,00. Antecipados aqui.

PIERRE BASTIEN E MARTIN MESSIER –  8 e 16 à 19/11
O segundo dia do 4˚ Festival Kino Beat recebe dois artistas consagrados internacionalmente para uma noite de simbiose entre homem/máquina, e tensões entre som/silêncio.
Pierre Bastien é um cavalheiro francês nascido em 1953 que constrói suas próprias máquinas, no cruzamento entre música e arte visual. Ele mistura sons de trompete ao vivo, com os barulhos das suas esculturas de som mecânicas, também projetando em tempo real o interior desses mecanismos. Bastien foi chamado de “cientista musical maluco “ pelo The Guardian. Em 1986, formou sua orquestra de um homem só, Mecanium, e fez mais de 20 discos ao longo dos anos.
Endereço: Teatro do SESC – Av. Alberto Bins, 665 – Centro – Porto Alegre
Horário:  20h.
Ingresso: Gratuito. Retirada de ingressos a partir das 19h
Mais informações aqui.

SHOW BIBIANA PETEK + LABAQ – 14/11
BIBIANA PETEK é uma cantora e compositora e multi-instrumentista apaixonada por música brasileira, que começou a carreira com apenas 15 anos, e lançou o álbum “Dengo”, com canções autorais, em janeiro de 2014, pela Loop Discos.
LABAQ é uma compositora, cantora e multi-instrumentista que lançou seu primeiro disco, “. v o a .”, totalmente autoral, em abril de 2016, e vem tendo excelente receptividade de público e crítica.
Endereço: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300, São Geraldo – Porto Alegre/RS
Horário:  22h30
Ingresso: De R$20 a R$35. Antecipados aqui.
Mais informações aqui.

SHOW ZAKK SABBATH – 15/11
Interpretando os grandes clássicos do Black Sabbath, Zakk Wylde vai se apresentar no Opinião, no dia 15 de novembro, com o projeto Zakk Sabbath. Ele estará acompanhado pelo baixista Blasko (Ozzy Osbourne, ex-Rob Zombie) e pelo baterista Joey Castillo (ex-Danzig e Queens of the Stone Age).
Endereço: Opinião, R. José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa – Porto Alegre
Horário: 21hs
Ingresso: De R$172 a R$322. Antecipados aqui.
Mais informações aqui.

MúsicaTendência

A latinização da música pop – Parte I

by Karla Wunsch

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Em 2004, muita gente cantou “Gasolina”, hit de Daddy Yankee. Mas o reggaeton ainda não se destacava tanto em relação às centenas de músicas que nas paradas musicais. Já hoje, a latinidade é a nova tendência do momento. Mas, como isso aconteceu?

Todo mundo corre para a pista de dança e se organiza em filas. Começa com um braço pra frente depois o outro. Cruza o direito, depois cruza o esquerdo. O ano é 1996. E o refrão Dale a tu cuerpo alegria Macarena ainda vai tocar algumas vezes até todo mundo ter feito os mesmo passos dezenas de vezes. Vinte anos depois, a música de Luis Fonsi com Daddy Yankee, “Despacito”, é o primeiro hit em espanhol, desde o sucesso coreografado do Los Del Rio, que consegue chegar ao topo das paradas e produzir um efeito similar, mundialmente.

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Nessa onda do des-pa-ci-to vemos a latinização da música pop dar um salto. Se nos anos 2000, Shakira estourou pelo mundo com Laundry Service, seu primeiro álbum em inglês, agora vemos ela gravando hits na sua língua mãe como: a “Chantaje” com Maluma e “Pero Fiel” com Nicky Jam. As artistas brasileiras também assumiram o lado latino, este ano Anitta veio com “Paradinha” toda en español. Cláudia Leite que em 2016 gravou Corazón com Daddy Yankee, hoje segue apostado nesse clima, com várias músicas pra provar, como “Baldin de gelo” e Ivete Sangalo, símbolo de Brasilidade, assumiu o lado latino do nosso país, já ouviu sua nova: “Cheguei pra te amar“?

Mas para entender como o Reggaeton saiu dos seus países de sucesso como México, Colômbia e Porto Rico e chegou ao Mainstream é preciso fazer um breve passeio.

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O Reggaeton vem da junção do hip-hop com o dancehall. O hip-hop surgido nos anos 1970 foi inspiração das batidas, assim como partes da músicas mais faladas. O dancehall, da mesma época, pode não ser tão famoso pelo nome, ou pelo apelido: ragga, mas hoje em dia com certeza faz sucesso. “Sorry” de Justin Bieber, “Work” de Rihanna e “One Dance” de Drake são só alguns exemplos de músicas que trazem sua batida – junto com o R&B ou Pop, por exemplo.

Olha só como é uma base padrão desse gênero. Bem simples.

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Adicione isso a algumas quebras no meio da canção e temos reggaeton. Novo queridinho do mainstream da música. O fato de o dancehall já estar há algum tempo nas paradas também facilita a entrada do Reggaeton com naturalidade nos ouvidos. Para nós brasileiros nem se fala, que por proximidade, já estamos acostumados com a sonoridade.

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Além de ter um ritmo envolvente e simples tem outros fatores que ajudam uma música a se tornar hit. “Despacito” dos portoriquenhos Luis Fonsi com Daddy Yankee (original) foi lançada em janeiro deste ano, mas foi a versão com o remix do americano Justin Bieber, em abril, que deu o grande empurrão na canção. “Mi Gente” de J Balvin é outro hit colombiano, que faz todo mundo rebolar, e ganhou remix com Beyoncé. Quer dizer que as estrelas do circuito mainstream tem mais chance de destaque cantando esse gênero do que quem de fato tem suas raíz nele. Como exemplo, a novidade “Por Favor” do Pitbull feat. Fifth Harmony.

De qualquer forma, mais do que nunca as identidades latinas ganham força, mesmo que não sejam estritamente reggaeton ou dancehall. Já viu o clipe “Havana” da Camilla Camilo, que explora suas origens Cubanas? Tem até sátira de novelas.

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Outro grande ajudante desse cenário é a internet, que facilita o acesso à cultura de outros países, podendo ir longe das rotas esperadas. Fico pensando que com esse impulso, talvez o recorde seria do Daddy Yankee lá em 2004 ainda. Já Macarena, nem consigo dimencionar o sucesso que seria, imagina quantos vídeos de dancinha na internet.

Leia: A latinização da música pop – Parte II

Falando em dança. Aqui tá cheio de sons pra você se mexer.

Artistas

4 histórias realmente assustadoras do mundo da música

by Karla Wunsch

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Outubro tem o dia das bruxas, Halloween nos Estados Unidos, que por aqui no Brasil faz reverberar festas à fantasia e histórias de terror. Mas na vida real tem coisas muito mais assustadoras do que o mundo invertido, palhaços macabros e fantasmas. Conheça a história de quatro artistas que são de arrepiar de verdade.

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Esse ano, a expectativa de ver o show da Lady Gaga no Rock in Rio acabou em desespero para os fãs e para a própria cantora, que não pode completar a tour porque convive com Fibromialgia, resumidamente, uma doença que faz seu corpo todo doer. Outra doença que ela sofre é a depressão e ansiedade. Quanto você acha que isso já é muito horror, vem mais um ponto derradeiro.

A cantora contou que foi estuprada quando tinha 19 anos. Mais assustador ainda é que no Brasil acontece um estupro a cada 11 minutos e são 10 estupros coletivos por dia.

“Till It Happens To You” é a música dela que fala do assunto, inclusive no clipe, e parte da renda foi para organizações de apoio a vítimas.

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Com a turnê do álbum de estreia do Sublime, 40oz to freedom (1992), o vocalista da banda Bradley Nowell conheceu o vício da heroína. Com o pé na estrada pelo Robbin The Hood (1994) a dependência só piorou.

Vinham novas gravações, o nascimento do seu filho e o começo da luta contra a droga. Nowell passou meses na reabilitação. Porém, assim que saiu da clínica foi recebido com uma festa regada a muita heroína, o que acabou atrapalhando o tratamento.

Sete dias depois de casar com mãe do seu filho e dois meses antes do lançamento oficial do álbum, Bradley Nowell, foi encontrado morto, vítima de overdose. O músico nunca soube o sucesso que fariam os hits: “What I Got”, “Santeria” e “Wrong Way” do álbum que se chamaria Killin’ It, mas ganhou o nome de Sublime apenas.

Isso aconteceu em 1996, mas atualmente, nos Estados Unidos a heroína está com mais força do que nunca. No ano passado foram 60 mil mortes, um caso de emergência.

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Em 2014 começou uma briga da cantora Kesha com seu empresário Dr. Luke, pela acusação de que ele abusava psicologicamente da cantora e usou drogas para estrupá-la. Alguns emails vazados mostram como ele preferia tratar ela como uma máquina, ignorando seus distúrbios alimentares.

Em 2016 o caso foi julgado, mas a cantora perdeu o processo, seguindo amarrada a Luke para lançar novas músicas próprias – o que gerou o movimento #FreeKesha. Hoje seu trabalho depende de alguém com que ela não pode se relacionar. Dá pra sacar o drama? A única saída é o lançamento de música com outras pessoas ou regravações. Ele disse que se ela desmentisse estaria livre, a cantora afirmou que prefere acabar com sua carreira do que mentir por um monstro.

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Sucesso que vai além do pop, Rihanna tem um passado que as pessoas meio que lembram, com o Chris Brown, sabe? Eles viveram um relacionamento abusivo que acabou com ela internada no hospital depois de grave agressões do cantor.

Rihanna contou para a Vanity Fair que é essa uma situação muito difícil de se admitir, porque a culpa continuando recaindo sobre as vítimas. Na infância, a cantora não teve um cenário muito favorável também, com um pai alcoolista e abusivo. Assustador, né?

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Depois do que aconteceu, Chris Brown teve que cancelar tour em alguns países como Austrália e Nova Zelândia por ter o visto negado.

Pois sabe quando disse que as pessoas meio que lembram? É porque seis anos depois do ocorrido, o tema violência doméstica foi assunto do Grammy  já que “artistas têm um poder único para mudar mentes e atitudes”, como falou na situação Barack Obama via vídeo. Mas, enquanto isso, Chris Brown sentava na platéia feliz com sua indicação a três prêmios.

Se você levou 11 minutos para ler esse texto (porque ficou longo, eu sei), quer dizer que na média, uma pessoa acabou de ser estuprada. Isso sim é assustador.

ArtistasMúsica

O Folk paraibano de Hözen e como é ser uma banda começando

by Karla Wunsch

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Vindos de Campina Grande, Paraíba, a terra do maior são joão do mundo, a banda Hözen, vencedora do 1º Concurso SuperBanda, tem como referência o folk de Mumford & Sons, The Lumineers e Fleet Foxes – sem deixar de lado outros gêneros como a Bossa Nova e até o New Metal.

Eles estão com apresentação marcada no Teatro Santander durante o evento do Empreenda Santander, e prestes a pisar em um dos melhores estúdios da América Latina para gravação do primeiro EP, tudo no começo de novembro.

Um dos motivos de tudo isso acontecer é o single “Leave Behind” da banda, que levou a melhor na votação popular e na escolha do júri técnico durante o Concurso.

Gravada em inglês, com os outros dois singles da banda, e com o típico violão folk, o som deles pode soar bem inusitado para uma cidade que respira Forró. Mas sabe que não deveria ser exatamente assim? Pois os dois gêneros têm bastante em comum: ambos vieram dos trabalhadores rurais e foram reinventados com o passar das décadas. Mas, na prática, o forró-pé-de-serra e o Forró eletrônico dominam a região Nordeste, sem muito espaço para o resto.

Segundo Tulio Escarião, guitarrista da Hözen, “o cenário musical alternativo da cidade [Campina Grande] é um tanto complicado, são poucos festivais que acontecem na região, e as oportunidades de mostrar outra forma de trabalho como a nossa, por exemplo, são bem raras”.

E, cá entre nós, começar uma banda nunca é exatamente fácil, mas os estudantes afirmam que é desafiador e prazeroso: “nós encontramos limitações e dificuldades a cada novo passo que damos (…) mas vemos que mesmo assim conseguimos dar passos para alcançar aos poucos os nossos objetivos, entre eles ser reconhecidos”.

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Quanto ao que esperar das próximas músicas? eles contam que já têm muita coisa pronta para ser gravada, só estava faltando oportunidade e, por isso, o concurso SuperBanda do Santander em parceria com o Superplayer veio no melhor momento possível, segundo os estudantes de Arte e Mídia, Direito e Computação.

Agora, enquanto a Hözen se prepara para o próximo mês, você já pode ir gravando esses nomes: Aleff Menezes na bateria, Lucas Guri no vocal, Romero Coelho no baixo e Tulio Escarião na guitarra. Porque com certeza eles vão conquistar seu espaço e você ainda vai ouvir falar deles e claro, a suas músicas.

Vem aqui no repeat.

ComportamentoMúsica

Por que os millenials estão desistindo das baladas?

by Karla Wunsch

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O termo discoteca foi inventado no final dos anos 40, pelo cineasta Roger Vadim. Na verdade era discothèque, já que tudo se popularizou na França. Essas festas eram alternativa para quem queria dançar, mas não tinha dinheiro para ir a shows ao vivo.

Assim era uma balada nos anos 40, música ao vivo, longos e ternos.
Assim era uma balada nos anos 40, música ao vivo, longos e ternos.

Hoje, o público que sai de casa pra dançar diminuiu. Os millennials, nascidos entre 1983 e 2002, parecem não estar tão interessados nas casas noturnas e os velhos formatos de diversão

Segundo um estudo do Nightlife Association, na última década os Estados Unidos tiveram 10 mil bares e casas noturnas a menos. Na Inglaterra, quase metade desapareceu, incluindo casas famosas. Em São Paulo a diminuição foi de 15% de 2012 a 2015. Mesmo se você quiser culpar a crise econômica mundial, uma coisa é verdade necessidade de se divertir nunca some. Então porque as casas noturnas não estão mais tão em alta?

A primeira resposta pode vir do seu auge.

Antes de ser meme, John Travolta marcou o auge do Disco nos anos 1970, com suas danças na telas de cinema. Também nessa época, o famoso Clube Studio 54 bombava em Nova Iorque. Lá, figuras como Chuck Berry, Grace Jones, Diana Ross e Andy Warhol iam se divertir – o que aparentemente significava: dançar, mas também usar muita droga. Cocaína estava no topo da lista.

A volta do cavalos na pista, agora em forma de máscara. Registro de 2017. @ Kitschnet, RJ
Bianca Jagger entrou na pista cavalgando. Cavalo Branco também é um apelido conhecido para cocaína.

Pulando alguns anos de pistas cheias com novas trilhas, hoje especula-se o declínio dessa época.

Como nossos pais, jamais!

O uso de drogas mudou. Cocaína e maconha, estão presentes há alguns anos, são menos usadas hoje do que nas duas gerações anteriores (Baby Boomers e Geração X), muitos indicam uma reação dos filhos ao ver pais enfrentando problemas com drogas. Em troca, o que cresceu foi o uso de remédios analgésicos, segundo drugabuse.com. (Lembrando que o álcool não está na lista deste estudo americano, mas está presente entre mais de 40% dos jovens que vão pra balada em São Paulo e 18% no Brasil. Além disso, não se pode esquecer das drogas sintéticas.)

A volta do cavalos na pista, agora em forma de máscara. Registro de 2017. @ Kitschnet, RJ

Com tanto remédio, pode ser que estejamos mais apáticos ou menos sociáveis, inclusive existe uma possível diminuição de interesse por sexo. E, para os que se interessam não é preciso deixar o sofá pra tentar algo, o Tinder e o Happen estão aí pra ver as opções.

Nos meus ouvidos quem manda sou eu

Os avanços dos algorítimos nos ajudam cada vez mais a receber o que queremos na hora em que queremos. Os posts no Facebook, as playlists certas no Superplayer. E isso não é novo: antes a gente gravava em fitas K7 para poder ouvir o que queríamos, agora não tem mais espera. É mais fácil. Mas no universo fora do digital, a experiência ainda não é a mesma. Por isso, nem sempre se submeter a um DJ e seus gostos pode ser a ideia mais atraente, até porque existem outras opções, bem no celular ou computador.

Egotrip x Socialização

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Foto da foto na festa: Selfie Block Party

Esse costume de receber só o que se gosta acaba deixando a gente mais voltado para nós mesmos e nossos grupos. Selfies e compartilhamento do dia a dia podem criar espectadores com Medo de Perder Algo (FOMO), um sentimento que pode paralisar: é como se na dúvida do que escolher fazer, acabar não fazendo nada. Um dado deste ano mostra que 5,8% da população sofre de depressão no Brasil e estima-se que 9,3% têm transtornos ligados à ansiedade, colocando o país na quinta posição mundial.

Estou finalizando, calminha aí.

As hipóteses são muitas e vão além do que foi citado aqui. O fator medo, por exemplo, também está presente. Além do perigo na entrada ou saída tem o que pode acontecer dentro da própria festa. Por exemplo, em São Paulo, 11.5% alegam ter sofrido algum tipo de agressão sexual, de acordo com estudo. E, média, uma vez por semana pessoas procuraram ou foram encaminhadas à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para registrar crime de homofobia. “Festinha em casa com os amigos e a playlist que escolhemos parece mais de boas.” Atire a primeira pedra quem nunca pensou isso.

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Ainda que tenha inúmeros fãs, o formato balada pode não fazer mais taaanto sentido com as mudanças comportamentais. O que não significa seu fim. Em coexistência com essa baixa, vem a força os mega festivais (a volta do ao vivo como lá no começo do texto?): Lollapalloza, Coachella e mais. O importante é saber que não é porque as coisas são diferentes é que são piores. A consciência com as drogas está mais presente, a possibilidade de ouvir o que você quiser em qualquer hora do dia são ganhos dessa geração. Já a vontade de ser feliz e se divertir com música é algo presente independente da década.

Mais informações:

 

http://www.monitoringthefuture.org/pressreleases/15drugpr_complete.pdf

EntretenimentoMúsica

Você pode até não acreditar no amor, mas vai se emocionar com esses clipes

by Karla Wunsch

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Ok, junho pode ser um pouco chato. Faz frio em parte do país e a primeira quinzena inteira tenta de convencer de que é preciso estar em um relacionamento. Mas, não é bem assim, você não precisa de nada. Ainda que amor é muito bom, né? (e junho tem quentão e paçoca)

De qualquer forma, separei alguns videoclipes pra encher seu coração solteiro, casado ou enrolado de emoção, muita emoção.

Gimme all your love – Alabama Shakes

Acho que só a voz da vocalista Brittany Howard já dá vontade de chorar. Ô vozeirão, né? Diz ela que muito se inspirou na mãe esquecida do rock Sister Rosetta Tharpe. Voltando ao clipe, ele conta a história de um amor na terceira ideia. Me lembrou esse relato da Isabel Allende, que se apaixonou as 75 anos.

 

Our Deal – Best Coast

Esse vídeo foi dirigido pela Drew Barrymore e conta com a atuação da Chloë Moretz e Miranda Cosgrove. Por isso já dá pra sacar que se trata de um romance adolescente, spoiler alert: quando termina bate uma tristezinha.

Curiosidade: Além desse curta de 2011, Drew, dirigiu um filme: Garota Fantástica e um documentário para TV sobre eleições presidenciais.

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Oh Wonder – Livewire

Várias fases de um relacionamento amoroso são retratados aqui, inclusive quando não existe mais. Mostrar viúvos e viúvas com saudade é um golpe que parece sempre dar certo, né? Inclusive váaarias propagandas de final de ano fazem isso para nos fazer correr pegar o papel higiênico.

 

Edward Sharpe & the Magnetic Zeros – That’s What’s Up

Por último, e talvez mais importante, esse vídeo fofo com duas crianças. Elas fazem o papel de um casal que anda meio distante, em crise conjugal. É ótimo como ele conta uma história, com legenda e tudo e dá um alfinetada em pessoas alternativas-blasé.

 

Lembra de mais algum? É só comentar aqui. Enquanto isso, vem curtir uma playlist que é puro amor.

Lançamento

Elton John lança clipe para “Tiny dancer” e outras duas músicas décadas depois

by Karla Wunsch

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“Essas músicas nunca tiveram videoclipe, e elas são perfeitas para isso”. Essas são as palavras do próprio Elton John sobre “Tiny Dancer“, “Rocket Man” e”Bennie & The Jets” para explicar o seu último projeto The Cut.

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Nele, o cantor convidou diretores do mundo todo para enviar seu projetos de videos nas categorias: coreografia, ilustração e filme. Lançadas no inicio dos anos 1970 as músicas nasceram antes do vídeo estourar como um formato quase indissociável da música.

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Mas, parece que valeu a pena essas décadas de espera. Confira o resultado dos vídeos oficiais, finalmente lançados, pelas mãos de quatro novos cineastas:

 

 

O que achou? Comente aqui!

ArtistasMúsica

Que mulheres eu vou ouvir em Abril

by Karla Wunsch

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Parece que passou rápido: já abril. Mas ainda são 271 dias para acabar o ano. Agora quase não tenho mais purpurina do carnaval no corpo (só um pouco do final de semana passado). Já estou entrando no modo outono, quer dizer que ando procurando músicas mais tranquilas e também uns casaquinhos pra sair de noite.

Resolvi mostrar um pouco do que estou ouvindo no novo mês. Ah, e por que mulheres? Porque há uns meses me lancei o desafio de consumir mais conteúdo delas: livros, músicas, arte, cinema. E tem sido uma revolução – mas isso é assunto que dá bem mais pano (se quiser saber mais, é só deixar um comentário). O legal é que o Superplayer tá cheio de minas incríveis. Tô com super orgulho!

Madeleine Peyroux – ouça aqui a estação dela.

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Descobri essa voz em Novos cantores do Jazz. Ela é uma americana que cedo foi para Paris, onde adquiriu esse sotaque gostoso. Seu trabalho vai bem com trabalho, vinho branco ou os dois.

Alexandra Savior – ouça aqui a estação dela.

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Bem moderna e, ao mesmo tempo, nostálgica Alexandra tem meu coração por ter uma batida bem marcada em suas músicas, algo entre rock e eletrônico. Sem contar que tem álbum chegando dia 7 de abril.

Macy Gray – ouça aqui a estação dela.

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Essa é uma das mulheres da música para ouvir. A obra dela é tão maravilhosa que combina com vários momentos. Eu tenho curtido pra ouvir fim do dia, na boa, de bicicleta talvez.

Você encontra ela qui nessa playlist:

Ela também está em Neo Soul, ao lado da India Arie. Ouça aqui a estação dela.

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A americana tem um som cativante e empoderador, as letras são incríveis, sério. Neo Soul é uma playlist premium, que vale muito, ultimamente tem sido a que mais ouço.

Maiara & Maraísa – ouça aqui o novo álbum delas.

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Às vezes ouço, danço e canto sim e tô achando que não tem mais volta, por isso entraram na lista.

Ouça as duas aqui:

Mariana Aydar – Ouça a estação dela aqui.

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A primeira vez que ouvi ela foi ao vivo e fiquei impressionada. Depois de devorar o álbum da Céu por meses, estava precisando de uma substituta ao nível. Aí está!

Tá com a impressão de que essa lista não termina nunca? Ainda tem mais. Essa playlist aqui foi feita pro Outono e tá cheia de música delícia.

Agora sim! Se você tem mais mulheres da música para indicar é só deixar nos comentário. Ou ainda algum outro assunto que você queira saber mais. :)

ArtistasMúsica

O que a M.I.A e a gravidez da Beyoncé tem em comum?

by Karla Wunsch

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M.I.A é uma cantora de 41 anos que nasceu na Inglaterra. Em 2002 ela postava músicas e vídeos no Myspace e assim começou a ficar conhecida. Hoje ela tem vários sucessos, o maior deles é Bad Girl, que inclusive está na trilha Bling Ring, com a Emma Watson. Beyoncé começou a carreira no R&B como vocalista da banda Desteny’s Child, dispensa apresentações.

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M.I.A, no clipe “Bad Girls

Uma é rapper e outra e diva pop, ambas são ativistas. Enquanto vimos nos últimos trabalhos da Beyonce a bandeira do feminismo e a luta contra o racismo, M.I.A já começou sua carreira com um trabalho extramamente político. Seu álbum de estréia, que tem entre as influências Hip Hop, Eletrônico e Funk Carioca se chama Arular o côdimo político do seu pai quando durante conflitos no Sri Lanka.

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Cena do novo clipe da M.I.A, P.O.W.A

Por conta da vida política do seu pai, “Maya” ou M.I.A, passou um período da sua infância na Índia com sua mãe e irmão. Um pouco de georgrafia: a Índia fica entre Sri Lanka e o Paquistão. Já Beyonce nasceu no Texas nos Estados Unidos, e suas origens são africanas.

Quando saiu o novo clipe da M.I.A, P.O.W.A, cheio de cenas marcantes, não deu para não reparar na proximidade com o ensaio de gravidez da Beyonce, divulgado no Instagram que gerou tanta polêmica, principalmente uma crítica por ser brega.

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O clipe, dirigida pela própria M.I.A, assim como as fotos da Beyoncé trazem o véu as flores e um ar de figura santificada. No caso da segunda, muito captaram as referencia de Beyoncé às pinturas renascentistas como O nascimento de Vênus de Sandro Botticelli e Vênus reclinada com o cupido de Guido Reni. E também outros artistas contemporâneos podem ser vistos, como o casal, Pierre et Gilles, que trabalham com a estética do Kitsch – justamente a valorização do brega, do exagero.

Pierre et Gilles
Obras do casal de artistas Pierre et Gilles

Mas não é só isso, a diva fez questão de trazer elementos da cultura negra, como essa foto onde Beyoncé está ao lado da estatua da Rainha Egipícia Nefertiti, além da valorização do seu cabelo. Outro detalhe é que as fotos foram lançadas justamente primeiro dia do mês da História Negra, com um fotógrafo nascido na Etiópia, Awol Erizk.

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Em resposta ao o que é as duas têm em comum é não esconder suas origens, pelo contrário valorizar elas. Enquanto Beyoncé nos trouxe inúmeros questões racionais nos últimos tempos, M.I.A vem batendo há tempos na tecla dos refugiados.

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Cena do clipe “Borders“, fronteiras em inglês, da M.I.A
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Barco humano também em “Borders

Trabalhar para mostrar diferentes culturas, que fogem ao padrão americano-europeu-branco que estamos acostumados é um mérito delas e de inúmeras cantoras atuais, como a própria Solange, irmã da Beyonce e a Princess Nokia. E isso significa um grande passo em caminho da tolerância das diferenças, algo que estamos precisando ultimamente, né?

ArtistasMúsica

Ch-ch-ch-changes: porque os artistas mudam tanto?

by Karla Wunsch

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“Volta pro pop” foi um dos muitos comentários que a Lady Gaga recebeu após sua apresentação na final do Super Bowl. O novo álbum ‘Joanne’ foi recebido de um lado com quem achasse que “antes era melhor” ou com que defendesse que Diva é sempre Diva. Concorde você ou não que “Poker Face” era melhor do que “Million Reasons”, o fato é que não é a mesma coisa. E tá tudo bem.

Até por que, o mundo da música é mesmo mudança. Em todos os sentidos. Desde o formato que consumimos música, o estilo musical que está mais em alta, até a carreia dos artista. Lembra do ex-vocalista do Raimundos, Rodolfo Abrantes, que trocou o punk pela música gospel? Essa mudança foi bem drástica – e conturbada, mas pra ele foi necessária, já que, pessoalmente, se converteu a religião.

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Pérola postada pela página Grande coletânea de revistas brasileiras antigas

David Bowie, um dos maiores ídolos da música, e inclusive grande ídolo da Lady Gaga, era tão adepto às mudanças que ganhou o apelido de camaleão do rock. Com essas ilustras dá pra entender um pouquinho porque.

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As fases do David Bowie. Ilustras da Helen Green.

Como ele contou em entrevista, a mudança dava confiança pra ele além de curtir muito. “É bem mais divertido progredir do que ficar olhando para trás”, disse David Bowie.

Aqui no Superplayer, a gente pensa exatamente da mesma forma. Estamos sempre olhando pra frente, em movimento. Trazendo esse novos artistas e novos álbuns pra nossas playlists. Mas dessa vez resolvemos fazer uma geral maior na casa e mudar inclusive nossa marca. E trazendo novos recursos.

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E também o nosso webplayer. Já viu? E tem mudanças no app chegando já já!

ComportamentoMúsicaTecnologia

O Rock morreu? Não para os nerds

by Karla Wunsch

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“Se eu disser o gênero musical que eu mais gosto você não conta pra ninguém? É sertanejo“. Esse foi a frase que ouvi no bate perna que fiz nos pavilhões da Campus Party Brasil 2017, um dos maiores eventos de tecnologia e cultura geek. O jovem anônimo (viu, mantive minha promessa Augusto?)* me disse ser a única pessoa do seu grupo de amigos que curte ouvir esse tipo de música.

Durante o evento que acontece em São Paulo entre os dias 31 de janeiro e 05 de fevereiro, comprovei que sertanejo universitário é mesmo minoria. Ao perguntar “qual o gênero de música que você mais ouve?” ouvi de tudo. Teve alguns Jazz, outros Pop Rock, Eletrônica. Mas, como já adiantei no título, quem ganhou disparado foi o Rock.
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O Guilherme Guimarães, com sua camiseta do AC/DC não me deixa mentir. Os pavilhões do Anhembi estavam cheios de roqueiros.

E o espaço do Superplayer na feira acabou atraindo também muuitos fãs do gênero. Principalmente porque rolou várias batalhas de Rock Band.

Aliás, no momento que termino esse texto está passando por mim um cara com a camiseta do Batman ao lado de um amigo com a camiseta do Motorhead. Parece que tecnologia e música tem tudo a vê, né? Como o próprio Superplayer propõem.

Sábado, dia 04, a Campus Party Brasil termina nos pavilhões do Anhembi. Se você está por São Paulo, vale conferir.

E pra não ficar só na palavra, aproveita pra curtir uma boa playlist de Rock.

*E mentira, o nome dele não é Augusto. Jura que eu ia revelar o nome do Pedro Luis. Ok, mentira de novo, agora parei.

Música

Séries para ver em 2017 se você ama trilhas sonoras

by Karla Wunsch

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Sim, o título é longo, mas queria deixar bem claro para que veio: para você encontrar: séries boas, com boa trilha sonora pra ver esse ano. Seria um sonho seu? Então olha só que 2017 promete ótimas realizações pra você, sua cama e o notebook.

1. MASTER OF NONE

Em 2017 estréia a segunda temporada de Master of None. Ainda não tem trailer, mas tem um spoiler: o comediante Aziz Ansari está na Itália. No quesito música, você chegou a ouvir ver a primeira temporada? Tem Depeche Mode, Billie Holiday, e Lou Reed só pra começar. Além disso, o roteiro é cheio de referências à música, como as compiladas aqui, onde o personagem principal Dev, interpretado por Aziz Ansari, sempre acha uma oportunidade para falar sobre Hip Hop. Eu não sei vocês, mas já estou com a pipoca no microondas, só esperando.

2. PLEASE LIKE ME

Parece que o vídeo está fora do ar, mas é só dar play que roda, dito isso, Please Like é uma série do premiado comediante Josh Thomas, que conta a história de Josh, um recém adulto que leva um pé na bunda da sua namorada e descobre que é gay. Ele passa os dias entre se divertir com os amigos, namorados e tentando lidar com o drama da vida dos seus pais separados. Além disso, ele cozinha e cuida das galinhas Beyonce, Shakira e Adele. Por aí já dá pra imaginar que a série é cheia de referências a música pop, como esse cena especial onde um dos personagens, Arnold, canta Sia. Está disponível no Netflix.

3. CRAZYHEAD

É um série que mistura comédia e horror jovem – como Buffy a caça-fantasma, lembra? Foi lançada em Outubro de 2016 com novos episódios vindo por aí. A trilha sonora da série, como deu pra sentir no trailer, é pesada. E mistura bandas modernas, como The Big Moon e Weaves com clássico Duran Duran e a Dusty Springfield. Se você tem medo, de terror, pelo menos vale a pena ver de olhos fechados. Está disponível no Netflix.

4. Stranger Things

Produção do Netflix, Stranger Things foi um sucesso do dia pra noite. E mal acabou, a segunda temporada já foi confirmada para 2017. E aguardamos mais grandes músicas dos anos 70, ou será que dessa vez não se passará na mesma época? De qualquer forma a trilha sonora da nova temporada de Stranger Things tem tudo pra dar certo.

Tem mais alguma série para ver em 2017 que tá na sua lista mas não apareceu aqui? Comente 😉

E se por enquanto você só está sonhando com a hora de chegar em casa e dar play na sua série, dar play aqui pra ficar no clima.

ArtistasMúsica

Por que nossos ídolos do rock morreram aos 27?

by Karla Wunsch

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Tem quem use a numerologia, outras a pactos satânicos ou ainda ao retorno de Saturno para explicar o Clube dos 27. Se você nunca ouviu, é um grupo de roqueiros que morrem exatamente com essa idade. E olha que não são poucos. Tem quem acredite ser uma coincidência, porém alguns cientistas argumentam que é nessa idade que as drogas passam a fazer menos efeito, se a pessoa já faz o uso desde a adolescência. Isso pode implicar em maiores doses, para sentir os mesmos efeitos, e aumento de chances de overdose.

Ainda que um estudo analisando músicos de 1950 a 2010 mostre que é aos 56 anos o mais alto índice de morte dos músicos, o Clube dos 27 continua sendo um assunto macabro. Se você ver a lista vai sentir um poco isso.  Antes de seguir, que tal dar play?

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Ajudou a fundar uma das bandas mais famosas da História, The Rolling Stones. Em 3 de julho de 1969, Brian tinha acabado de ser expulso da banda e foi encontrado na piscina de sua casa — ele estava afogado. As situações da sua morte geraram muitas especulações, já que ele era um ótimo nadador. Uns dizem que foi culpa das drogas, porém acredita-se que ele tinha sido assassinado por conta de um caso amoroso. Tem até um filme que conta essa história.

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Jimi é considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Sua trajetória incrível, cheia de contribuições para a música, como a invenção da distorção no rock, teve um final nada triunfal. No dia 18 de setembro de 1970, Hendrix perdeu a vida asfixiado por seu próprio vômito em um quarto de hotel, na Inglaterra. O artista Gilberto Gil, que conviveu com Hendrix dias antes de sua morte conta que ela esteve extremamente paranoico e falava em perseguição da máfia.

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Até hoje, Janis é a maior referência de voz feminina no rock. Sua forte influência do blues marcou sua carreira tanto quanto suas maluquices devido a problemas com álcool e drogas. Depois de gravar “Mercedez Benz”, ele ficou sumida por três dias, até que foi encontrada morta com marcas de agulhas no braço e segurando US$ 4,50 em sua mão. Isso aconteceu em 4 de outubro de 1970, em um hotel em Los Angeles, um pouco depois da morte de Hendrix.

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Vocalista e compositor da famosa banda dos anos 70, The Doors, Morrison sofria de alucinações desde a infância e, assim como Janis, abusava de álcool e drogas. Ele faleceu no dia 3 de julho de 1971 — na banheira de seu apartamento em Paris, por insuficiência cardíaca. Porém, uma autópsia nunca foi realizada.

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Fundador, vocalista, guitarrista e compositor da banda grunge Nirvana. Até hoje a situação da sua morte é motivo de estudos e teorias. Embora o atestado de óbito aponte um “suicídio”, muitos fãs afirmam que na verdade ele foi assassinado, incluindo na lista de suspeitos sua mulher, Courtney Love, com quem tinha uma filha, Francis.

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Cantora e compositora britânica, Amy teve uma carreira com rápida ascensão e declínio. Seu primeiro sucesso, “Rehab” foi lançado em seu segundo álbum em 2006, e em 2011 ela encontrou a morte por Intoxicação Alcoólica. A maioria das suas músicas tinham como temática o amor, as drogas e o álcool.

Como deu pra ver, a morte na música é algo sério. Pesquisas mostram que a expectativa de vida de pop stars são menores do que do resto da população, pelo menos na Europa ou nos Estados Unidos. E alguns gêneros são ainda mais “perigosos” que o Rock, como o caso do Rap, Hip Hop e Metal. Sorte que nada comprova que ouvir esses ritmos influência nisso, então pode ouvir a vontade, começando por agora, inclusive.

www.superplayer.fm/player

Música

10 provas de que você é fanático por música

by Karla Wunsch

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Sim, todo mundo já percebeu que você é aquela pessoa que sempre aparece quando o assunto é música, que não vive sem fone de ouvido e que, com certeza, você vai se identificar com essa lista. Quer ver?

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1. Quando o assunto é música, todo mundo pergunta pra você;

2. Seu maior desespero é perceber que saiu de casa sem os fones de ouvido;

3. Quando seus amigos resolvem cantar uma música você é o único que de fato sabe a letra;

4. Você realmente não entende quando alguém diz que não gosta de música;

5. Porque pra você tuuudo fica melhor com música, aliás, ouvir música é um programa por si só.

6. Você não sabe dizer qual sua banda favorita, porque você conhece centenas;

7. Nas festas, todos esperam que você escolha a música que vão ouvir – e, que leve as caixas de som;

8. Até porque você é o primeiro a perguntar: e a música?

9. A trilha sonora é o critério de maior peso na hora de escolher um filme;

10. Porque pra você, a música é muito importante – em qualquer situação.

E que tal tentar um novo jeito de descobrir músicas novas? É só vir aqui.